terça-feira, 25 de julho de 2017

Chiang Mai: Guia com Dicas, Passeios, Informações Úteis

Que eu voltei encantada pelo Sudeste Asiático, após nosso rolezin de 36 dias de passeios (38 dias no total, contando os voos), acho que não há dúvidas quanto a isso, certo? Ahhhh... que saudades, mais ainda quando venho aqui contar para vocês um pouco de nossas experiências, pois é nessas horas em que eu, separando as fotos e organizando o texto sinto aquele aperto no coração de saber que vivi momentos inesquecíveis e que a gente no fundo no fundo nunca sabe quando vai repetir a dose, até porque esse mundão é muito grande e repleto de lugares incríveis, não é mesmo?



Dando continuidade ao que já mostrei aqui para vocês de Chiang Mai, considerada como capital do norte da Tailândia, a segunda maior cidade do país que mais representa para muitos a mais verdadeira essência espiritual do budismo com mais de 300 templos, vamos compartilhar o que fizemos por lá durante nossa hospedagem de 4 noites e 4 dias nesta cidade que emana uma energia muito gostosa e cativa os visitantes.




E quando pensamos em Chiang Mai, o logo nos vêm à cabeça? Templos, monges budistas, Festival das lanternas, elefantes, massagens, aulas de culinária, paz e serenidade talvez... certo? Então vamos ver o que tem de bom para fazer por lá e dar muitos motivos para você abrir um cadinho mão de ficar só nas praias e curtir também esse outro lado da Tailândia que super valera a pena!




Porém, antes disso, vale a pena dar uma olhadinha nesses posts aqui que já divulgamos sobre a hospedagem em Chiang Mai e também sobre a Tailândia:

- Conheça o 137 Pillars House

- Conheça o dusitD2 

O acesso à cidade é muito fácil, seja pelo ar ou por terra. 

O aeroporto internacional de Chiang Mai fica a 10 minutos de carro do centro da cidade e consiste em um único prédio (só um terminal) o que já facilita muito. A cidade recebe mais de 100 voos por semana.

Nós optamos ir de avião e fomos com a empresa Air Asia num voo direto entre Krabi e Chiang Mai, que durou cerca de 1:30h.

. Krabi – Chiang Mai (AirAsia – voo direto) - 20:40 / 22:10 (5.640 baths = 502 reais + iof) e 25kg de bagagem despachada que nós pagamos para ter esse direito de viajar com esse peso. Clique aqui e navegue pelo site da Air Asia para avaliar as passagens, mas uma dica é antes dar uma olhada nos sites do Skyscanner, Kayak ou Google Flights que trazem as opções disponíveis de voos, horários e valores para a data que você deseja e onde você poderá comparar as empresas aéreas que fazem essa rota.


Se for de avião a partir de Bangkok, é 1:15h apenas de voo e são muitas as opções de horários durante o dia. Algumas das companhias aéreas que fazem o trajeto são: Air Asia, Bangkok Airways, Nok Air, Thai Airways, Thai Lion Air. Outras companhias aéreas que também voam direto para Chiang Mai são:  Air Mandalay, China Airlines, Lao Airlines, Koreanair, Singapore Airlines, Silk Air e SGA Air.

Além disso, várias outras companhias aéreas chegam em Bangkok onde é bem tranquilo pegar algum voo para Chiang Mai. Apenas tenha em mente de que, se você estiver comprando passagens separadas, ou seja, não se trata de uma conexão, e você está chegando em Bangkok pela primeira vez vindo de outro país, considere pelo menos um intervalo mínimo de 3 horas entre chegada em Bangkok e embarque do seu voo para Chiang Mai porque essa chegada em Bangkok, especialmente de quem vem de outro país, costuma ser um embarque demorado, pois tem que passar pelo quiosque de Saúde (Health Quarentine) e depois a imigração que quase sempre tem filas grandes.




Muitas pessoas também optam por chegar em Chiang Mai de ônibus ou trem, indo de Bangkok ou Ayutthaya. (são 11h de ônibus ou 12h de trem noturno). Com a máxima certeza, esta é a forma mais econômica de deslocamento, embora seja mais demorada. No meu caso, como eu estava em Krabi e fiz um roteiro para ir a partir de Krabi para Chiang Mai, não havia outra alternativa viável que não fosse a aérea. Mas se você estiver em Bangkok ou estiver passando por lá, vale considerar, se você quiser economizar um pouco, ir de trem ou bus.

Ônibus que chegam de Bangkok em Chiang Mai saem da estação Mor Chit Bus Station, na região do Chatuchak Market, e vão para a estação Arcade Bus Station, que recebe os ônibus de longa distância. Os preços das passagens ficam em torno de 20 reais até uns 50 reais, a depender se o ônibus tem ou não ar condicionado. Vá por mim e não economize nisso, porque o calor lá não é para amadores, viu? E se quiser passear em Chiang Rai de ônibus, vá para a a estação Chang Phuak Bus Station que atende aos trajetos mais próximos.



Se preferir viajar de trem, a estação de trem de Chiang Mai fica a uns 10 minutos de carro do centro e há pelo menos uns 6 trens entre Bangkok e Chiang Mai todos os dias, das 6:30 da manhã até às 21h. A viagem de trem pode variar de 12 a 15h a depender do número de paradas que ele faça. As passagens podem custar desde cerca de 30 reais para um assento na terceira classe até uns 170 reais para quem viajar de primeira classe. E como o trem é um transporte popular na Tailândia, aconselha-se fazer a reserva dos bilhetes com certa antecedência e, é claro, os preços podem sempre mudar.

Neste caso, como eu não vivi esse experiência, sugiro que consultem no site Rome2Rio para ver como funciona e que também deem uma olhada no blog da minha amiga Dani, o Na Mochila da Ninja, pois a Dani, para otimizar seu tempo, foi de trem de Bangkok para Ayutthaya, onde fez uma pausa para conhecer seus templos (guardou mala em locker na estação de trem) e depois seguiu viagem de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, economizando assim uma diária de hotel. Clique aqui para ler mais. A Mari do blog Viajadora fez da mesma maneira e parece ser realmente uma maneira prática de chegar em Chiang Mai. Clique aqui e leia a matéria.



** Documentação **

Em relação à documentação, valem as regras gerais para entrar na Tailândia: brasileiro não precisa de visto para entrar no país, desde que seja para fins turísticos e uma permanência máxima de 90 dias. Pode renovar o visto mediante pagamento de taxa ou uma simples saída com posterior retorno ao país. Além disso, o passaporte precisa ter a validade mínima de seis meses, contando da data do seu retorno ao Brasil e é exigida a declaração internacional de Vacinação contra a Febre Amarela.



** Hospedagem **

Nós fizemos assim com nossas 4 noites em Chiang Mai:

- De 23 a 25 de Março: Dusit D2 (parceria com o blog, incluindo transfer de chegada)
- De 25 a 27 de Março: 137 Pillars (parceria com o blog, incluindo duas massagens, jantar e o transfer de saída do hotel ao aeroporto)

Contudo, antes mesmo de fecharmos as parcerias, pesquisamos bastante e, considerando que os preços dos hotéis em Chiang Mai são excelentes diante da qualidade oferecida, o que realmente me impressionou, ainda mais após a experiência nas ilhas, especialmente Phi Phi, onde todos os hotéis se autodenominam resorts quando na maioria das vezes não passam de simples pousadas, eu já andava com o pé atrás neste assunto de reserva de hotéis.

Mas Chiang Mai realmente me impressionou e achei a qualidade de infraestrutura hoteleira oferecida pela cidade fantástica. Ficam aqui outras indicações que recebi de amigos.

- Outras Dicas de Hospedagem:

. MDBoutique Hotel

. 99 TheHeritage Hotel

. For U Boutique Hotel



** Deslocamentos **

Nosso transfer de chegada e saída do aeroporto já estava incluído na parceria feita com os hotéis onde ficamos hospedados. Então, nossos deslocamentos seriam unicamente para os passeios. Todavia, como não tivemos o interesse em alugar carro na Tailândia, considerando que a mão da direção por lá é inglesa e cientes das facilidades e ótimos preços para os deslocamentos públicos, a gente usou e abusou do Uber já que estávamos usando um chip local de telefonia que funcionava muito bem e nos atendeu durante os nossos 17 dias de Tailândia.



Obs: esse chip a gente comprou no aeroporto de Bangkok logo que chegamos no país, ainda dentro do aeroporto. Havia 3 stands de venda de chips/simcards para o celular que nos disseram ser os mais conhecidos e, por consequência, os ditos melhores no país: True, AIS e Dtac. Compramos os 2 últimos (549baht cada para 1 mês, cada) e gostamos. Esses sim cards eram facilmente encontrados em diversos lugares, como lojas de conveniência, no estilo 7Eleven (essa daí tinha em cada esquina de todas cidades que visitamos!).

Achamos os valores do Uber bem atraentes, podendo até mesmo pagar em dinheiro, se não quisesse pagar via cartão de crédito para escapar da incidência do Iof. Também usamos táxi e red car, que é chamado de Songthaew. Esse último, é uma espécie de ônibus bem fofo de Chiang Mai, realmente vermelho, que leva mais pessoas e custa normalmente algo em torno dos 2 reais, mas na prática o valor depende da distância percorrida e da sua cara. Quanto mais com cara de rico e gringo tiver, mais caro acaba sendo. Vale negociar! Inclusive, isso é lei em todos os lugares da Tailândia... negocie sempre os valores e, no caso de táxi e tuk tuk, negocie antes mesmo de entrar no veículo!


Devo registrar que os tuk tuks de Chiang Mai eram os mais fofos de toda a viagem! Lindinhos, num estilo retrô, assim como o Red Car... muito fofos!

** Melhor Época para visitar Chiang Mai **

Como toda a Tailândia, a cidade apresenta um típico clima tropical, porém, levemente temperado pela baixa latitude, por estar mais ao norte, somado ao fato de estar em um nível mais alto, se comparado a Bangkok, já que se encontra cercada de montanhas. Contudo, não se engane que em Chiang Mai já houve registros de temperaturas acima dos 40ºC!!

Entre dezembro e março, a temperatura é alta, quente, faz muito calor, porém, as chances de chover são bem reduzidas.

Nós fomos em março, já quase no final do mês (na segunda metade), e chegamos lá em Chiang Mai em nosso 29º dia de viagem... ou seja, já estávamos naqueles finalmentes e cansados também. Acho que por isso mesmo que senti o calor mais intenso, apesar de ser menos sufocante do que em Bangkok, lá o calor também não brinca e, por ter um clima muito úmido, a gente estranha um bocado. Fica aquela sensação de clima bem abafado que te faz literalmente derreter, sabe? Nunca transpirei tanto na minha vida e haja desodorante bom para dar conta do recado kkkk...

Foram 4 dias de sol, céu azul na maioria parte das vezes e zero sinal de chuva! Logo, super recomendo.

** Alguns Gastos **

Lembrando que a conversão aproximada que fizemos durante a viagem (março de 2017) foi a de 10 baht para 1 real.

- Uber do hotel Dusit D2 ao 137 Pillars House: 38 baht

- Táxi para ficar o dia todo e levar do centro ao Doi Suthep, ficar esperando por lá e depois levar à Cidade Velha, ao Wat Sri Suphan: 1800 baht

- Uber do 137 Pillars House ao templo Doi Suthep: 350 baht na ida

- Entrada no Doi Suthep: 30 baht por pessoa para entrar + 20 baht opcionais para subir de funicular e escapar dos cerca de 310 degraus para chegar no templo

- Uber do Doi Duthep ao templo Sri Suphan: 350 baht

- Uber Sri Suphan até o templo Wat Phra Singh, dentro da Old City: 50 baht

- Entrada no Wat Chedi Luang: 40baht por pessoa

- Entrada no Wat Phra Singh: 20 baht por pessoa

- Red Car de dentro da Cidade Velha até o templo Wat Suan Dok: 100baht

- Hard Rock Cafe: 550 baht um burger grande + 270 baht um drink + chope de 500 ml: conta total deu 1.180 baht

- Passeio de dia todo em excursão até o White Temple, Blue Temple, Museu Baanam e Tribo das Long Necks: 1.000 baht por pessoa

- Feira do Sunday Market: tem que barganhar tudo! Blusas na faixa de 150baht, calças na faixa dos 250 baht, vestidos compridos na faixa dos 300 baht. Dica: pedir desconto sempre.

** História de Chiang Mai **

A antiga capital do reino de Lanna (entre os anos de 1296 a 1768, sucedendo Chiang Rai, que foi capital no curto período de 1262 a 1296), fundada em 1296 pelo rei Mengrai, é o lugar perfeito para relaxar após experimentar um pouco do ritmo acelerado e caótico de Bangkok. Destino que muitos buscam para recarregar as baterias, com muita oferta de passeios, farta e excelente gastronomia, excelentes opções de compras nos mercados, graciosidade pelas ruas da Cidade Velha, onde remanescem os vestígios da antiga muralha que protegia essa cidade que é considerada uma das mais autênticas, com mais personalidade e a verdadeira essência espiritual do país.



Esbarrar em monges ou tropeçar em templos dentro da cidade velh é algo bem comum! Por isso mesmo que a palavra de ordem em Chiang Mai, se você se permitir, é Desacelere! Sinta a atmosfera da cidade, respire fundo, faça uma massagem, entre nos templos, ore, relaxe e admire sua arquitetura e história. Aliás, Chiang Mai, em língua tailandesa, significa Rosa do Norte ou Nova Cidade.



A capital cultural do norte da Tailândia, capital da província de Chiang Mai, segunda maior cidade do país com cerca de 200 mil habitantes (pensem que Bangkok tem cerca de 8 milhões!!), Chiang Mai encontra-se a 700km ao norte de Bangkok, próxima à fronteira com o Laos e Myanmar, cercada pelas mais altas montanhas do país e banhada pelo rio Ping, afluente do Chao Phraya (este é o rio que corta Bangkok e é sua principal artéria). Sua força histórica vem do fato de ter sido um importante entreposto comercial durante o período da rota da seda que saía da China, passava por lá e ia sentido Birmânia... e não é a toa que, hoje, a cidade ainda mantém o status de grande centro de artesanato (apesar de que a grande maioria dos produtos que vimos por lá eram "made in China").



E sabe o curioso? Até hoje o centro histórico de Chiang Mai passa essa sensação de ser uma cidade residencial bem acolhedora, tranquila, mais para descansar e dormir do que outra coisa. E isso a gente viu por lá, andando pelas ruas de tarde, num dia comum, sem feira... tudo bem tranquilo mesmo e vazio até. Mas quando tem feira, a de sábado e de domingo, aí muda tudo: as ruas da Cidade Velha ganham movimento, agito, vibração, música, ficam lotadas e viram uma festa!


A cidade, conforme já dito, foi fundada em 1296 pelo rei Mengrai, responsável por sua fortificação e construção de um fosso ao seu redor na região que hoje chamamos de Old City, que abrange uma área de 1,5km². Nesta época, o Reino Lanna, que era o reino de um milhão de campos de arroz, dominava a maior parte do Norte da Tailândia tal como conhecemos hoje, mas também parte dos seus vizinhos Myanmar (Birmânia), China e Laos. Exatamente por isso que essa parte do norte do país assimilou muito da cultura desses outros países.

A construção da muralha teve como uma das principais causas as constantes ameaças de invasões vindas da Birmânia, além dos exércitos da Mongólia e também ameaças vindas de Ayutthaya, capital do Reino do Sião, grande rival de Chiang Mai, já que esta cidade era importante em termos comerciais, um lugar de negócios por onde transitavam pessoas com muito dinheiro.

Infelizmente, a temida invasão birmanesa acabou ocorrendo em 1556 diante do colapso e decadência do Reino Lanna que se tornou num estado vassalo da Birmânia. Entre 1776 e 1791, a cidade chegou a ser abandonada até ser incorporada ao Reino do Sião, atual Tailândia, em 1892. Em 1932, Chiang Mai foi reconhecida oficialmente como uma província do Reino do Sião e em 1949, o Reino do Sião passou a ser conhecido como Tailândia.

Dessa maneira, ao longo da sua trajetória, a cidade foi recuperando sua importância e status ao ponto de ser hoje a segunda principal cidade tailandesa, a segunda maior cidade, somente atrás de Bangkok, e chamada por muitos de capital do Norte da Tailândia. Lamentavelmente, pouco da muralha efetivamente resistiu de pé, enquanto que o fosso original ainda é usado hoje em dia e, diante disso tudo, nasceu uma cidade moderna nos arredores da Cidade Velha, do seu Centro Histórico, formada por highways que levam a campos verdejantes e vilarejos do norte do país, além da floresta tropical que resiste no seu entorno, onde podemos encontrar cachoeiras, banhos termais (hot springs), tribos coloridas nas montanhas, aventura também, como santuários de elefantes.



E assim surge uma Chiang Mai como um lugar onde passado e presente convergem em plena sintonia, onde podemos contemplar edifícios modernos ao ldado de templos, onde é possível curtir uma animada noite e ao mesmo tempo, no dia seguinte, cuidar de elefantes, onde se pode e deve fazer uma ótima massagem no corpo e bater perna para visitar seus inúmeros templos... uma Chiang Mai que emociona e que se consolida como um destino de natureza, cultural, religioso e até mesmo gastronômico, além das comprinhas, certo? Além de servir muito bem como base para explorar outros cantinhos do país, como o Golden Triangle, onde fica a tríplice fronteira entre Tailândia, Laos e Myanmar, para visitar as antigas fazendas de ópio ao norte, para conhecer Chiang Rai e o White Temple...



Curiosidade: Reparem que a cidade vem, ano após ano, recebendo mais e mais turistas! Muitos vão para contemplar de perto o Festival das Lanternas, talvez o mais famoso festival da Tailândia, junto com a Full Moon Party de Koh Phangan, festival também é conhecido localmente como Yi Peng ou Loi Krathong e normalmente ocorre em novembro. Flores e velas para a Deusa da Água, além das lanternas, formam um espetáculo à parte que encanta os que têm condições de prestigiar de perto o festival.

Você sabia que o primeiro templo construído em Chiang Mai foi a pedidos do Rei Mengrai, em 1296, como parte original da construção da cidade? Ele se chama Wat Chiang Man, está localizado na 270 Ratchapakhinai Rd, Thesaban Nakhon e abriga duas raras estátuas de Buda: uma de cristal e uma de mármore. Se tiver oportunidade de ir lá, repare também, no templo principal, um antigo Chedi (estupa) decorada com elefantes.

** Passeios em Chiang Mai **



Chegamos em Chiang Mai no dia 23 de Março à noite e estávamos tão cansados que fomos para o hotel dormir mesmo sabendo que nos arredores do primeiro hotel onde ficamos, o dusitD2, havia muito agito, bares, restaurantes etc... estávamos exaustos e acordaríamos bem cedo no dia seguinte para fazer o passeio ao Patara Elephant Farm.

Bem, para falar sobre os passeios em Chiang Mai, que são vários, eu vou separar para vocês os que fizemos, dia a dia, e no final eu comento sobre outros que não fizemos, ok?

- Primeiro dia: Chegada à noite muito tarde. Estávamos cansados e fomos dormir.

- Segundo dia: 

. Patara Elephant Farm pela manhã e de tarde. Saímos bem cedo, por volta das 7:30, e regressamos ao hotel por volta das 15h. Dica: faça o contato com antecedência de pelo menos 1 mês ou mais para efetuar a reserva.




A reserva é feita por email e não precisa pagar. O pagamento é feito somente no dia do passeio e deve ser em dinheiro. Custou algo em torno de 650 reais, incluindo o transporte, o almoço e as fotos.

. De tarde, aproveitamos para curtir as instalações do hotel Dusit D2. Com o calor que fazia, um banho na piscina caiu muito bem, assim como a ótima massagem que fizemos em seu Spa.

. À noite, fomos explorar os arredores do hotel, os mercados de rua, o Night Bazaar e acabamos no Hard Rock Cafe para jantar.

- Terceiro dia:

. Mudamos de hotel e fomos logo cedo para o 137 Pillars House


. A partir de lá, chamamos um Uber e fomos ao templo Doi Suthep, um dos templos mais sagrados da cidade e visita obrigatória! A entrada custou 30 baht por pessoa + 20 baht opcionais para subir de funicular e escapar dos cerca de 310 degraus para chegar no templo, que está localizado a mais de mil metros de altitude e a uns 45 minutos do centrinho da cidade. Nós optamos ir de Uber e pagamos 350baht por trecho. Foi bem fácil chamar um Uber. Mas muita gente vai de táxi, scooter ou Red Car.




. Nossa programação este dia envolveu basicamente a visita aos templos e, após o Doi Suthep, cuja visita levou algo em torno de 2 horas, nós voltamos para o centro de Chiang Mai de Uber (também custou 350 baht) e fizemos assim:

↘Wat Sri Suphan (entrada gratuita);
- Uber do Wat Sri Suphan para a Old City: 60 baht



↘Wat Phra Singh (20 baht de entrada);


↘Também entramos em 2 templos caminhando pelas ruas da Cidade Velha cujos nomes não decorei... na Old City é assim: você tropeça e cai num templo kkk... Afinal, são em torno de 300 templos em Chiang Mai e a maioria está concentrada na Cidade Velha que abrange uma área bem pequena, num interessante formato quadrangular, com seus 1,5km2
↘Wat Chedi Luang (40baht de entrada): esse templo é impressionante! Nele ficam as bases originais da cidade.





↘Wat Suan Dok, para fechar o dia e onde a gente teve a oportunidade de acompanhar as orações dos monges.


- Quarto Dia: 

. Para este dia, nós contratamos uma excursão em Chiang Mai por 1.000 baht cada, que nos pegou às 7:30 no hotel e fomos para a região próxima às fronteiras com Laos e Myanmar, conhecida como Golden Triangle, que fica a mais ou menos 3h de Chiang Mai.

Visitamos em Chiang Rai:

- Hots Springs, 

- White Temple, 





- Blue Temple, 




- Baandam Museum

- Finalizamos no vilarejo das mulheres de pescoço longo. Foi um dia bem corrido, mas que valeu a pena!!



. Votamos deste passeio já por volta das 19:30 e pedimos para deixarem a gente perto da muralha da Cidade Velha, do portão onde começava a feira de domingo (Night Bazaar da Old City).


  
- Quinto Dia: nosso voo era às 16:30 e poderíamos sair do hotel para o aeroporto até umas 14:20, mais ou menos, porque o aeroporto fica bem pertinho, a 10/15 minutos do hotel. Mas, a esta altura do campeonato, já no 33° dia de viagem, o cansaço bateu e resolvemos ficar no hotel 137 Pillars House descansando, tirando fotos, curtindo a piscina, tomando um longo e gostoso café da manhã e ainda fizemos uma última massagem na Tailândia, pois essa também seria a nossa despedida do país, já que dali estaríamos a caminho do Camboja, em ritmo de fim de viagem.

Infelizmente, outros três templos que nos foram indicados a visitar, mas que ficaram de fora foram: Wat Mon Thian, Wat Lok Molee e o Wat Chiang Man. Este último é considerado o templo mais antigo de Chiang Mai. Uma peninha, mas não tem como fazer tudo mesmo e às vezes o corpo pede arrego, sabe?

Também não visitamos outras atrações divulgadas por lá, como o Tiger Temple, porque vimos fotos de lá e decidimos não compactuar com esse tipo de turismo. Achamos as jaulas pequenas e havíamos lido sobre a questão de doparem os animais e haver maus tratos por lá. Sei que, os que me acompanham ao longo dos quase 6 anos de blog sabem que eu já frequentei muitos zoológicos, já estive  no polêmico Zoo de Luján, na Argentina, já entrei em jaulas de tigres e leões no passado (a última vez tem exatos 7 anos), mas nada como o tempo para fazer a gente refletir se esse é um tipo de passeio que realmente achamos válido ou  não. Enfim, o Julio não queria, eu não estava na vibe e por isso não fomos. Da mesma forma que dispensamos a atração dos Elefantes Pintores, por não concordarmos com essa atividade também.



Há diversos outros passeios que podem ser feitos a partir de Chiang Mai (veja aqui a lista de passeios do TripAdvisor) e um que está na moda é para Grand Canyon Hang Dong, que fica a menos de 1h do centro de Chiang Mai, porém, também não nos interessamos em fazer essa atividade. Em todo caso, fica aqui a dica para quem achar que vale a pena ir lá. Clique aqui e leia mais a respeito. Ou clique aqui para ler em inglês sobre esse passeio.

Como esse post acabou ficando muito longo, eu deixei para escrever em detalhes o dia a dia dos passeios que fizemos no próximo post, ok? 

- CONHEÇA O PATARA ELEPHANT FARM

- PASSEIOS EM CHIANG MAI: TEMPLOS, RESTAURANTES E MAIS DICAS



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