sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Polinésia Francesa: o que fazer em Bora Bora?

Para quem acompanhou a sequência deslumbrante de fotos e informações compartilhadas pela Thais, do instagram @thatapelomundo , sobre a Polinésia Francesa, é com muito pesar, dor no coração e tristeza que lhes comunico que este é o último post! Ahhhhhhhhhhhh... eu também queria mais!! Viajei junto com a Thais, amei todas as dicas e já quero planejar uma viagem para esse paraíso! 



Quem não quer? =)

E para vocês não perderem o que já foi divulgado, vejam abaixo os links das matérias anteriores sobre a Polinésia Francesa e viagem conosco para este lugar incrível:


Mas esta série sobre a Polinésia Francesa não seria completa sem uma de suas mais famosas ilhas, destino almejado por todos que amam praias de água transparente, no melhor estilo piscina de ser, que curtem vida marinha e sonham com uma lua de mel num lugar assim... com vocês: Bora Bora! Boooooooooooooora???


Bora Bora, por Thais Eller

Bora Bora é o destino dos sonhos de muita gente e era o meu também. Ilha mais famosa da Polinésia Francesa e muito procurada por casais em lua de mel. A ilha está situada a pouco mais de 230 quilômetros de Papeete, cerca de 50 minutos de avião. 



É rodeada por uma laguna delimitada por um recife de coral de onde sobressaem algumas pequenas ilhotas, os motus. No interior deste arco erguem-se dois picos, o Monte Pahia e o Monte Otemanu, este sendo o cartão postal da ilha com 727 m de altitude, remanescente de um vulcão extinto. 


Foi em Bora Bora que nasceram os charmosos hotéis com bangalôs sobre as águas, as famosas palafitas chiques. E é claro que se hospedar num deles tornará sua experiência ainda mais especial. 

Como chegar? 

Assim como as outras ilhas da Polinésia, a maioria dos turistas chega a Bora Bora de avião. Há voos saindo do Tahiti em vários horários, porém outras ilhas como Raiatea e Moorea também possuem voos diretos. Há também alguns cruzeiros que incluem a ilha na sua rota. 


O transporte entre o aeroporto e o hotel será feito de barco e normalmente feito em barcos exclusivos do hotel, a um custo extra (claro!). O seu agente de viagem deixará tudo acertado. Caso faça a viagem por conta própria e fique numa pousada/apartamento que não ofereça esse serviço, provavelmente o dono da hospedagem irá orientá-lo quanto ao transporte. Dica imperdível: sente-se do lado esquerdo do avião e você terá uma vista incrível na chegada a ilha. 



O que fazer na ilha? 

Além de aproveitar o hotel e sua praia exclusiva, há possibilidade de passeios de barco, volta à ilha de jet ski, voo de parasail, mergulho de cilindro, snorkeling. A dica é: não encha demais a sua agenda! Descanse! Desacelere! Aproveite o dolce far niente em seu hotel: curta a praia, a piscina, o seu bangalô, o spa... aqui, menos é mais! Acorde cedo para aproveitar o dia! A noite não há muito o que fazer. 


Escolha o que lhe agrada e reserve assim que chegar a ilha com concierge do seu hotel (ou mesmo antes com o próprio hotel ou agente de viagens). Não deixe nada para cima da hora, pois pode não haver mais vagas, nem para o último dia de viagem, pois pode haver cancelamentos devido ao mau tempo. 



Minha experiência: 

Eu fiquei 4 noites (mas praticamente 5 dias inteiros) em Bora Bora, e fiquei com vontade de ficar mais. Acho que essa é a estada mínima para poder curtir a ilha do jeito que ela merece. 



Fiz 2 saídas para mergulho de cilindro, que duraram a manhã inteira; um passeio de barco para encontro com raias e tubarões, que dura o dia todo; e um voo de parasail, (super recomendo, apesar de ser bem caro) que, embora seja rápido, acaba comprometendo um período do dia, no meu caso a manhã. 




Ainda peguei alguns períodos de chuva, todo o tempo restante foi utilizado para curtir o hotel e suas comodidades. 


Onde se hospedar? 

Aqui mais uma vez entra aquela velha questão: bangalô sobre as águas, sim ou não? A minha resposta é: com certeza! Se não der para ficar durante toda a estadia, fique pelo menos 2 dias. 

Outra grande dúvida será qual hotel escolher, entre tantas opções. Como eu já disse eu outro post, mesmo em Bora Bora há opções mais em conta de hospedagem, mas, na minha opinião, a experiência completa na ilha requer a hospedagem num bangalô sobre as águas num bom hotel. 



Aí a dúvida é em qual hotel ficar. Existem basicamente 2 categorias: os hotéis que ficam na ilha principal e os hotéis que ficam nos motus, aquelas pequenas ilhotas que formam o anel da ilha. A grande vantagem de ficar nos motus é a vista pra o Monte Otemanu. 

Você terá o tempo todo a sensação de que realmente está em Bora Bora. É claro que isso tem um preço! Os melhores hotéis da ilha encontram-se nos motus, e por isso mesmo são mais caros. 

Os que possuem as melhores vistas estão localizados no motu Piti A’au, são eles: 

- St. Regis, Four Seasons, 
- Meridien e 
- Intercontinental (ICT) Bora Bora Resort e Thalasso Spa

Todos são 5 estrelas! O Hilton Bora Bora Nui, o Sofitel Bora Bora Private e o Pearl Beach Resort estão localizados em outros motus, porém não possuem vista para o monte Otemanu. 

Dentre os que se localizam na ilha principal, merece destaque o Intercontinental Le Moana, com uma praia lindíssima (hóspedes do ICT Thalasso podem usar as dependências do Le Moana). 


Minha experiência: 

Depois de muito ler e pesquisar, acabei optando por ficar no ICT Thalasso. Trata-se de um hotel 5 estrelas localizado no motu Piti A’ao e com a melhor vista do monte Otemanu. 



Só possui bangalôs sobre as águas, todos iguais, do mesmo tamanho, dividido em 3 categorias (e preços) diferentes de acordo com a localização: Emerald (categoria mais barata, bangalôs mais próximos a sede), Saphire (intermediários) e Diamant (os localizados mais nas pontas, são os mais caros). Eu fiquei hospedada na categoria Saphire e por sorte fiquei em um bangalô com vista indevassável (nem todos são, realmente é uma questão de sorte!). 


O bangalô é enorme, quase 100 metros quadrados, possui um quarto com um vidro vista para o mar bem aos pés da cama; closet com cofre; banheiro com banheira com vista para o mar, com chuveiro e toalete separados; um hall de entrada; uma sala com mesa de centro de vidro onde é possível ver o mar abaixo do bangalô, frigobar, taças de espumante, cafeteira Nespresso e uma varanda com acesso direto ao mar. 


O hotel possui uma enorme piscina de borda infinita, espreguiçadeiras espalhadas pela área da piscina e praia, assim como esportes aquáticos não motorizados disponíveis para os hóspedes, como caiaques e stand up paddle. 


O Spa Deep Ocean atende aos hóspedes com diversas massagens sob marcação prévia. 

Três restaurantes: The Sands, na parte da piscina, serve petiscos, almoço e jantar; o Reef, onde é servido o café da manhã e jantar, e onde acontece os shows temáticos, é o mais procurado para o jantar; e o Le Corail, o mais sofisticado de todos (não está incluído no servido de meia pensão, mas é possível pagar um valor a parte se quiser jantar lá, somente com reserva). Há máquinas de gelo na área dos bangalôs.



E assim a gente se despede da Polinésia Francesa com um "Até Breve", pois tenho certeza de que muitos aqui já estão inspirados a visitar esse paraíso, assim como eu!

Obrigada, Thais, por todas as dicas compartilhadas e parabéns pela linda viagem que você fez!




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