sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Gastronomia em Viena: dicas de restaurantes e cafés

ATENÇÃO: O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE QUE ESSE POST É ALTAMENTE CALÓRICO! =)

Não sei vocês, mas para mim e Julio, o tour gastronômico nos lugares que visitamos faz parte sempre dos nossos roteiros. Adoramos pesquisar previamente quais os pratos típicos do local, quais as sobremesas, quais os restaurantes mais conceituados, aqueles mais tradicionais, os mais famosos, os da moda... e aí a gente seleciona os que agradam mais ao nosso perfil, seja para um jantar romântico, seja para um lanche rápido, seja para tomar um café com uma torta ou para tomar um sorvete... hummmmm... seja qual for o propósito, fato é que a gente não abre mão dessa incursão gourmet nas cidades que conhecemos mudo afora e não seria diferente em Viena, a chique e elegante capital austríaca, que inspira sofisticação para todos os lados, especialmente em seus restaurantes e cafés!



Na escolha dos restaurantes, eu costumo adotar alguns critérios no meu planejamento:

1) Sempre dou uma olhada na lista / ranking do site do TripAdvisor, site que eu confio, mas sempre faço um filtro também, leio as resenhas e busco identificar os lugares que se adequem ao que eu procuro. Por exemplo, em Viena, nós temos:

- Lista dos Melhores Restaurantes de Viena, de acordo com o TripAdvisor

- Lista dos Melhores Bares e Pubs de Viena, de acordo com o TripAdvisor



2) Feito esse primeiro levantamento, eu depois verifico quais são os restaurantes / bares / pubs / cafés / lanchonetes próximos ao hotel onde ficarei hospedada, ou que não seja muito longe, ou que seja no caminho de algum passeio, dentro do roteiro de lugares turísticos que pretendo visitar, para otimizar o meu tempo ao máximo possível.

3) Por fim, mas não menos importante (talvez seja o critério mais importante de todos) eu literalmente "grito" kkkk... eu peço indicação aos amigos que já estiveram no lugar para onde irei - e sempre tem alguém que já foi - para saber a opinião deles. É claro que procuro os amigos e colegas quem tenham gostos minimamente parecidos com os nossos.

No caso de Viena, eu gostei muito de saber que o perfil do local é o de apreciar um bom tempo em um café, no melhor estilo slow food de ser, saboreando tortas, refeições, sem pressa, colocando a conversa em dia com amigos e, realmente, aproveitando o tempo sem correrias.



É claro que em uma viagem em que tentamos conhecer o máximo de lugares que o tempo nos permite, nem sempre dá para fazer pausas assim tão longas e prazerosas. Então a gente se vira nos 30 também para dar conta de conhecer alguns dos principais lugares, considerando que eu não curto parar para almoçar e prefiro dedicar essa minha pausa do dia para jantar ou para fazer lanches rápidos ao longo do dia. Por favor, não me levem a mal, mas, para mim, parar para almoçar em uma viagem e depois ainda parar para jantar é perder tempo em euro rsrs... primeiro, porque eu normalmente tomo cafés da manhã bem reforçados e só sinto fome bem tarde. Segundo, porque eu adoro beliscar durante o dia, tomando um sorvete, comendo um sanduíche, algo mais local, mais rápido que me possibilite, na maior parte das vezes, andar comendo, sem parar ou, no máximo, parar em alguma atração turística para fazer esse lanche, como um parque, um jardim, em frente a algum edifício de interesse... por aí vai! Assim que costumo fazer.


Sobre Viena, portanto, antes de qualquer coisa, vale registrar que, uma vez lá, você não pode deixar de experimentar dois de seus principais produtos gastronômicos: o autêntico schnitzel vienense e a famosa torta sacher.

Se você vai gostar, amar ou não os dois, eu não sei... o schnitzel eu adorei e todos estavam deliciosos mesmo onde provei, principalmente porque o acompanhamento era uma batata cremosa espetacular que harmonizava bem demais com a carne de porco empanada e crocante.


Já da badalada Sacher Torte eu esperava mais, até porque eu sou muito formiga e doce é comigo mesmo... mas a torta é pouco doce (o que agrada a muitos paladares) e, apesar de ter damasco na receita, a sua presença é bem leve e sutil. Ou seja, não crie enormes expectativas, vá de coração aberto e lembre-se de que a torta só é muito famosa porque era a preferida da realeza e ganhou fama dessa forma, gerando até brigas judiciais pela detenção dos direitos autorais da receita e da exclusividade do uso do nome "Original Sachertorte" que, hoje em dia, é compartilhado por dois lugares em Viena: o Hotel Sacher e o Demel Café.


É bom ter em mente que a Sachertorte nada mais é do que um bolo de chocolate, inventado por Franz Sacher, em 1832, para o príncipe Metternich, consistindo em duas camadas de massa de chocolate, com uma pequena camada de compota de damasco no meio e uma cobertura de chocolate negro, com lascas de chocolate em cima e dos lados. Tradicionalmente servida com chantilli, é perfeita para acompanhar um café da tarde ou da manhã.

** CAFÉS EM VIENA **

E já que falamos tanto sobre a torta Sacher, vamos começar as dicas justamente dos cafés vienenses: os mais charmosos, refinados, elegantes e sofisticados, estar em Viena pede dedicar uma parte do seu tempo em um dos seus cafés. Nós estivemos em apenas em 3 cafés, mas há vários outros onde você pode e deve tentar encaixar no seu roteiro. 

Além da sacher torte, você pode e deve provar outras tortas, como o bem germânico apfelstrudel (torta de maçã), torta Ana e Mozart, Palatschinken (panqueca de frutas, queijo ou chocolate), Mohr im hemd (pudim de chocolate com chantilly), dentre outros. 

Em nossa primeira etapa na cidade, nós ficamos hospedados no Hilton Vienna Plaza Hotel e os cafés próximos que estavam na minha listinha de visita eram:

- The Café Landtmann: o preferido de Freud, localizado na Universitätsring 4 (a 600 metros do hotel - ou 7 minutos de caminhada). Infelizmente, neste nós não estivemos.

- Café Central: para muito além de um simples café, o Café Central, localizado na Herrengasse 1010 14 (a 9 minutos de caminhada do Hilton Vienna Plaza - ou 700 metros) é uma verdadeira atração turística no coração da parte histórica de Viena. 




O seu imponente edifício de esquina, ou melhor, de "quina", de 1876,  já sinaliza o que nos aguarda lá dentro. Filas são comuns na porta, especialmente nos horários mais procurados: café da manhã, almoço e café da tarde. Logo, tenha paciência, fique na file sim, não desista, pois valerá a pena passar por suas portas e fazer uma verdadeira viagem nos tempos áureos do Império Austro-Húngaro. Dica: tente ir cedo, por volta das 7:30, se você conseguir, ou tente fazer uma reserva antes pelo email cafe.central@palaisevents.at. 



O lugar é absolutamente lindo, chique, fino, com uma decoração no estilo belle époque e com um balcão de doces de fazer desejar uns 5 daqueles à distância rsrs... quando se aproxima então... hummmmm... esse número passa para uns 15! 




Dá vontade de experimentar tudo, pois a apresentação dos doces é irretocável e são todos muito belos. Não é a toa que o local já foi muito bem frequentado por personalidades, tais como Arthur Schnitzler, Sigmund Freud, Peter Altenberg e Leo Trotzki.



Não  nego que não tive olhos para outros itens do cardápio, embora tudo aparentasse muito saboroso e bem preparado, eu já fui mal intencionada (bem mal mesmo) a me esbaldar nos doces e cafés. 



Julio ainda pediu um café gelado, preparado com sorvete e eu pedi duas tortas para a gente provar.... dos deuses! Não tomamos o Melange, porque não lembramos mesmo... mas fica outra dica aqui para vocês. 





- Café Demel: localizado na direção da praça São Miguel, que fica na rua de frente para o portão principal do complexo do Palácio Hofburg (Kohlmarkt), é uma das mais famosas confeitarias e que disputou, quase que a tapas, o direito de vender também a Original Torta Sacher. E ganhou! 




Excelente espaço, bem mais intimista e reservado do que o Cafe Central, o Café Demel é um dos mais elegantes e tradicionais de Viena, aberto em 1786. Por conta da proximidade com o palácio, a poucos passos, já foi ponto de encontro da aristocracia e da burguesia vienense.




Lamentavelmente, eu esqueci de pedir a Torta Ana Demel (de chocolate e nougat), porque estive lá no meu segundo dia de Viena e estava mais curiosa para provar a Sacher Torte. Meu primeiro contato com a torta mais famosa de Viena foi justamente no Café Demel e valeu a pena, viu? Embora, como já disse, a torta Sacher não seja nada de outro mundo, tem que provar! 




Além disso, o espaço do  Café Demel é mais gracioso, calmo, menos disputado como o do Central, podendo ir no horário que quiser, pois dificilmente haverá filas e o seu balcão de doces, logo na entrada, é uma verdadeira tentação. 



Nós fomos para os fundos do café, onde sentamos em uma das mesas para fazer aquela pausa gostosa do dia para o café e a torta. Percebam que, lá no fundo, ao dirigir-se para o banheiro, você poderá observar as doceiras preparando os quitutes da casa, pois essa parte da cozinha fica totalmente à mostra, com vidros apenas. 

- Hotel Sacher / Café Sacher: outro must go em Viena! Primeiro, porque também se trata de um espaço lindo. Segundo, porque tem toda a fama da Sachertorte no seu histórico. Terceiro, porque é muito bem localizado, ao lado da Ópera de Viena, a passos do Museu Albertina... (Philharmoniker Str. 4) ou seja, não tem desculpa, pois você certamente, nas suas andanças pelo centro histórico de Viena, em algum momento acabará passando na porta do Hotel Sacher


Nós optamos por ficar no seu café, na calçada, com vista para a rua. Mas você pode preferir o espaço interno, que é uma graça, bem estiloso e com decoração que também nos remete à Belle Époque vienense, lembrando até mesmo um pouco dos cafés de Paris, com seus tapetes vermelhos e lustres exuberantes.


Há também o restaurante do hotel, onde são servidos pratos mais elaborados. 

Bem, uma vez no Café Sacher, eu obviamente segui o clichê e pedi a Sachertorte, servida com chantili. Só para ter certeza de que a torta não era tudo aquilo e também porque eu queria comparar a do Café Demel com esta do Café Sacher (ainda mais que as duas casas disputaram juridicamente o direito de usar o nome Original para a receita da torta).



Bem, comprovei que a torta é gostosa sim, mesmo sem ser extraordinária, harmoniza muito bem com um café ou como uma sobremesa para quem prefere algo menos doce.



Mas não ficamos só na Sacher e pedimos também um Apfelstrudel que ainda não tínhamos comido ao longo da viagem (uma verdadeira heresia que corrigimos em tempo!). E o Apfelstrudel nunca nos decepciona! Estava muito bem preparado, recheado do jeito que gostamos, com sorvete... hummmm... uma delicinha!




Algo que achei muito fofo e reparei nos cafés é que vários deles oferecem um revisteiro com jornais do dia para o pessoal se atualizar das notícias. Em plena era digital, em que tudo pode ser consultado no Google, ver lugares que priorizam a leitura de jornais e revistas é algo que realmente chama a atenção e devemos dar valor!

** RESTAURANTES EM VIENA **

Logo em nossa primeira etapa na cidade, nós tivemos uma excelente experiência de jantar no Émile Brasserrie & Bar, dentro do Hilton Plaza Vienna (VEJA AQUI A MATÉRIA)

Nosso primeiro contato com a culinária vienense não poderia deixar de fora um de seus pratos principais: o tradicional e autêntico schnitzel vienense, um delicioso escalope de vitela, presente no cardápio da maioria dos restaurantes da cidade, servido de forma empanada e bem crocante por fora e macio por dentro. O acompanhamento mais comum de se encontrar ao prato é uma salada de batatas bem cremosa e muito bem temperada. Uma delícia também!



Em nossa segunda etapa, ficamos hospedados no Hotel Ruby-Marie e fiz uma listinha dos restaurantes próximos, caso desejássemos conhecer algum deles. No final das contas, não conhecemos nenhum, mas como foi uma lista baseada na pesquisa que fiz no TripAdvisor, vou compartilhar aqui para deixar registrado se alguém se interessar e se estiverem hospedados na região da rua Mariahilfer.


Bar do Hotel Ruby Marie: com ótimos comentários, a ideia seria tomar um drink, já que tem uma área aberta bem gostosa. Mas não deu tempo. (Mariahilfer Strasse 120)

- Restaurante Mini: localizado na Marchettigasse 11, aparece dentre os melhores no ranking do TripAdvisor (minirestaurant@minirestaurant.at)

Paolo Bortolottiestá dentre os melhores lugares de Viena para comer sobremesas! (Mariahilfer Strasse 66)

Schillinger's Swing KitchenSchottenfeldgasse 3,

Aroi Thai Restaurant: a 3 minutos de caminhada do hotel Ruby-Marie (Stumpergasse 44)

Mythos Fisch und Lammespecializado na culinária grega, a 2 minutos de caminhada do Hotel Ruby-Marie (Webgasse 45) 

A convite do Tourist Board de Vienna, nós estivemos no Restaurante Huth Gastwirtschaft, localizado na Schellinggasse 5. 

Após assistirmos à apresentação da Ópera Aida (VEJA AQUI A MATÉRIA COMPLETA), fomos caminhando até o restaurante para jantar. 



Ao chegarmos na rua, ficamos impressionados ao perceber que, na verdade, são vários restaurantes Huth, praticamente um ao lado do outro, sendo que cada um com a sua especialidade: culinária austríaca, massas, bar... 

Nós estivemos no Huth Gastwirtschaft e nosso convite dava direito a um prato principal para cada e uma bebida. Eu optei pelo schnitzel e o Julio escolheu uma massa.

Como chegamos tarde, o restaurante estava com poucas pessoas e escolhemos rapidamente nossos pratos pois os garçons já estavam com aquela cara de "estamos fechando". De fato, passavam das 22:30 quando chegamos, pois fomos depois da ópera, que acabou por volta disso. 




O restaurante apresenta uma decoração bem clássica, do jeito que esperamos quando estamos em uma cidade tradicional como Viena (veja aqui os comentários no TripAdvisor).

Parecia ser frequentado por locais e uma coisa que me chamou a atenção foi o fato de só ter cardápio em alemão. Quando é assim, logo de cara percebemos que não se trata de um restaurante turistão, mas sim, um lugar mais reservado aos próprios vienenses e isso agrada bastante a gente. 

Nossos pratos estavam fantásticos! Bem gostosos mesmo. O schnitzel arrebatou meu coração em cheio e a saladinha de batata, com creme e toque de limão realmente não poderia ser melhor. 

A massa que o Julio pediu, recheada, também estava bem saborosa, com o ponto certo da massa. Ambos os pratos foram servidos bem quentes e de forma mega ultra rápida, o que pode ter sido pelo fato de o restaurante estar realmente quase fechando e ser bem tarde. 


Por fim, vale registrar que o cardápio traz a receita do autêntico schnitzel vienense, para quem desejar aventurar-se pela culinária austríaca! Mas só tem um detalhe... em alemão!



Ainda a convite do Tourist Board de Viena, nós fomos a um dos quiosques mais tradicionais da cidade comer um dos lanches que mais amamos quando estamos nas regiões germânicas e, agora, austríacas também: pão com linguiça ou salsichão!

Eu já havia caído de amores quando estive na Alemanha e na Áustria não foi diferente. Confesso que amo salsichão, até mesmo aquele mequetrefe das festas juninas por aqui no Brasil... adoro!!! 

Então fomos conhecer o quiosque na Albertinaplatz, bem em frente ao Museu Albertina (um dos melhores de Viena!), chamado Bitzinger. E o seu principal símbolo é o coelho verde bem cima dele. Não tem como não ver, principalmente para quem vai ao museu - e eu recomendo que vá. 


Gente, tinha fila para pedir o hot-dog com linguiça! Que incrível. E sabe do que mais gostei? É que percebi que a galera que ia lá era local, recém saída do trabalho, que estava fazendo um lanche com amigos, comendo em pé mesmo, pois não há mesas, pedindo suas cervejas ou vinhos... que bacana!

Eu pedi um vinho branco e o Julio, naturalmente, pediu uma cerveja. Tudo bem gostoso, feito na hora, na sua frente... que delícia!! Deu até fome.

Também ganhamos um wafer de chocolate e avelã super famosinho em Viena, que você vêm em todos os lugares, tanto quanto o bombom com o rosto do Mozart (que, aliás, é outra delicinha se você comprar um de boa marca... eu comprei alguns da marca Mirabell que são bons, mas os melhores eram os de Salburgo, da loja Fürst, com recheio de pistache! hummmm...).

Mas voltando ao wafer, ele vem uma embalagem de papel mega fofa e retrô (tão raro ver biscoito embalado em papel hoje em dia...) e se chama Original Neapolitaner Wafer Manner... tem que comprar esse wafer, mesmo que seja em supermercado (detalhe: essa indústria de biscoitos da Manner existe desde 1890 e o wafer foi lançado em 1898, por isso que não se pode deixar de prová-lo).

Manner Original Neapolitaner Schnitten
Wafer Famoso de Viena

E se você não é do tipo que come em pé, mas curtiu a ideia do lanche bem tradicional e quer também saborear as linguiças e salsichões austríacos, considere ir ao restaurante Bitzinger, na Augustinerstrasse 1  para deliciar-se com os quitutes mais genuínos da região.

Por fim, também curtimos muito a Oktoberfest de Viena, que aconteceu, por nossa sorte, justamente no final de semana em que lá estivemos no final da viagem. Nossa, a gente não poderia imaginar que pegaria a Oktoberfest de Munique, de Salzburgo e de Viena. Muita sorte mesmo!!



É claro que a de Viena não ficaria de fora e fomos lá conferir. Aproveitamos que queríamos mesmo ir ao Prater Park para andar na Roda Gigante mais antiga do mundo, que completará ano que vem 130 anos, pois tínhamos o ingresso em cortesia oferecido pelo Vienna Pass, e não tinha como não aproveitar a festa deles, logo ao lado da roda gigante (neste parque também há outras atrações, como montanha russa e o museu de cera mais famoso do mundo, o Madame Tussauds).


A gente estava meio desanimado em ir porque haviam dito que tinha que pagar para entrar nas tendas. De fato, para entrar nas tendas principais e maiores, tinha que pagar entrada de 30 euros por pessoa somente para sorrir. 


Mas a festa não se resumia a isso e havia outras tendas/casinhas de madeira menores, com entrada gratuita, muita música, pessoal dançando e comendo e muita alegria. 

Além disso, do lado de fora das tendas, a animação também era grande com outras barraquinhas de comidinhas, bebidas, muita cerveja em um cenário bem fofo que eles organizaram. Com proporções infinitamente menores se comparada a de Munique, que é um mundo sem fim com suas 14 tendas, a Oktoberfest de Viena agradou muito a gente porque a gente pôde curtir com a galera local, já que a festa não é tão badalada nem tão divulgada entre os turistas. 


E foi bem legal ver que os locais estavam super animados, dançando, cantando com suas roupas típicas... adoramos e encerramos o nosso tour gastronômico em Viena com chave de ouro e muita animação.




Por fim, não deixamos de ir ao supermercado, que é um dos programas que mais curtimos fazer quando viajamos para ter ideia dos produtos que são vendidos e valores e sempre acabamos comprando alguns para experimentar. Dessa vez, além de muitos chocolates e cervejas (indicamos a cerveja de Salzburgo, a da cervejaria Stigel) também compramos muitas mostardas! Amamos, especialmente as doces. 




* INDICAÇÕES DE CAFÉS E RESTAURANTES ONDE NÃO CONSEGUIMOS IR *

- Café Aida: a poucos passos da Ópera de Viena, com mais de 100 anos de história, este café é conhecido por servir bolos e cafés deliciosos - Opernring 7. Dica: experimente a torta Mozart (com dor no coração, eu não provei e morro de arrependimento, pois ela é recheada com nougat, marzipã de pistache e cobertura de chocolate, lembrando os famosos bombons com o rostinho de Mozart, vendidos em todas as esquinas de Viena e Salzburgo).

- Figlmüller: restaurante tradicional, onde é servido o famoso e talvez o melhor Schnitzel vienense - Wollzeile 5 

Motto Am Fuss (lado do Danúbio): espécie de balada - Franz-Josefs-Kai 2

Steirereck: dentro do Stadtpark - wien@steirereck.at (Am Heumarkt 2a)

7 Stern Bräu: cervejaria onde se pode tomar Pfannes - Siebensterngrasse 19

Dom-Beisl: inclusão da revista Michelin de 2013 - Schulerstr 4

Café Griensteidl: Michaelerplatz 2

Do & Co: super indicado para um almoço, pois a vista para a Catedral é de tirar o fôlego. Nós estivemos lá somente para apreciar a vista... uma pena que não deu para esticar para uma refeição ou café - na Stephanplatz 12 (stephansplatz@doco.com)



Café Frauenhuber: mais antigo da cidade (ao lado da Stephansdom)

- Café Mozart: um dos mais tradicionais de Viena, aberto em 1794, ficou conhecido como Café Katzmayr até ser demolido em 1882. Reaberto em 1929, mudou de nome para Café Mozart Albertinaplatz 2

- Steman: localizado na Otto-Bauer-Gasse 7, muito popular dentre os vienenses, o restaurante oferece um cardápio recheado de pratos bem típicos da culinária local. A dica é verificar o menu fechado e completo, que costuma ser mais em conta do que pedir individualmente cada prato.

- Rebhuhm: na Berggasse 24, a rua do Museu de Freud, trata-se de um restaurante especializado na culinária austríaca. Além do schnitzel de porco, você também poderá provar o goulash com batatas. 

Por fim, se tiver opou

** OBSERVAÇÃO: GORJETAS **

Normalmente, os cafés e restaurantes de Viena não incluem a gorjeta na conta. É de bom tom, portanto, deixar ao menos 10% do valor total da conta, a título de gorjeta, se você tiver sido bem atendido. Se não foi bem atendido, não é obrigado a pagar. No caso de bares, pubs e casas noturnas, o mais comum é pagar diretamente no balcão do bar ao receber a sua bebida.





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