terça-feira, 4 de julho de 2017

O que fazer em Siem Reap: a capital do turismo no Camboja


** PASSEIOS EM SIEM REAP **

Eu estava muito ansiosa para conhecer o famoso templo de Angkor Wat, uma verdadeira obra de arte do Império Khmer, expoente máximo da sua refinada arquitetura, o maior e o mais bem preservado templo dentre todos, situado a 5,5km ao norte de Siem Reap, com expressivo significado religioso, inicialmente hindu e posteriormente budista, desde a sua construção. Seu gigantismo impressiona de longe e não é a toa que é considerado como a maior estrutura religiosa já feita pelo homem, um dos tesouros arqueológicos mais importantes do mundo. 


Angkor Wat

Angkor Wat

Ver de perto o disputado  nascer do sol que reflete como mágica no lago que fica em sua frente, imagem esta que é o cartão postal mais conhecido do templo, e contemplar suas galerias internas, admirar as cenas desenhadas nas paredes da épica Hindu... 

CLIQUE AQUI E VEJA UM PHOTO POST COM MAIS FOTOS DOS TEMPLOS DE SIEM REAP!


Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Ver de perto as enormes cabeças de Buda em Bayon, com a particularidade de ver Budas esculpidos em pedras com sorrisos estampados no rosto, radiando paz em todas as direções do alto das torres em que se encontram.


Bayon

Bayon

Bayon

Passar pelo portão sul de Angkor Thom onde há 54 deuses e demônios em linha, enfileirados, ao longo da estrada...

Na estrada, saindo de Bayon

Na estrada, saindo de Bayon

Na estrada, saindo de Bayon

Observar as gigantes árvores de Ta Prohm cujas raízes abraçaram as ruínas, criando uma atmosfera mágica e surreal de se absorver só com uma visita!

Ta Prohm

Ta Prohm

Ta Prohm

Os templos do complexo de Angkor são uma perfeita fusão de ambição humana e bastante criatividade com a devoção espitural hindu e budista, com maestria aplicada na construção quando percebemos a bela simetria e a escala utilizadas o que fizeram deste lugar uma verdadeira fonte de inspiração e de orgulho nacional para todos os cambojanos... e tudo isso culminou no maior conjunto arquitetônico religioso do mundo inteiro e um dos mais antigos, com proporções tão épicas quanto às da Grande Muralha da China, com detalhes tão ricos como o Taj Mahal ou até mesmo podemos comparar com todo o simbolismo e simetria das pirâmides do Egito... mas tudo isso está reunido em um só lugar! Ou seja, só por isso já valeria a visita, não acham?

Bayon

Angkor Wat

Thommanom

Já ficou até fácil de imaginar as razões que levaram Angkor Wat a ser declarado em 1992 Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Tornou-se símbolo do Camboja, aparecendo em sua bandeira e sendo sua principal atração turística.

Notem que toda a história que conhecemos de Angkor, extraída das inscritos e imagens das paredes dos templos começa no século IX quando o jovem rei Jayavarman II declarou-se como soberano supremo e estabeleceu a primeira capital perto da cidade de Roluos. Mas a região onde veio a ser construído o complexo de templos de Angkor, à beira de um lago, com bastante suprimento de água, peixe e terra fértil já era algo estabelecido desde o período neolítico de acordo com cerâmicas e ferramentas de pedras que já foram encontradas por lá. Historiadores apontam que foi o comércio desenvolvido com a China, especialmente por meio do povo de Funan, o qual controlava o delta do rio Mekong e do Golfo da Tailândia, que possibilitou aos Khmers o seu primeiro contato cultural com um outro povo, introduzindo na vida deles o hinduísmo e o budismo.

Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Uma das suposições para que eles aceitassem tão fácil os deuses hindus e o Buda tem a ver com a properidade que a Índia vivia e que era atribuída às divindades que eles adoravam.

Fato é que a devoção a Buda, Shiva, Vishnu e outros deuses hindus está presente na maioria dos templos que foram construídos dedicados a eles.

- Curiosidade: na Trindade Hindu, Vishnu é o deus Protetor, aquele que preserva a ordem do universo e sempre luta para restaurar a sua harmonia. Costuma ser representado como um homem com quatro braços, segurando quatro atributos ou símbolos. Lakshmi é a deusa da riqueza e boa fortuna. O segundo deus da trindade é Shiva, por sua vez, é o deus da destruiçao, com a sua dança da destruição, trazendo um renascer após isso. Shiva foi representado pelos Khmers de várias formas e a mais conhecida é a de um deus com dez braços dançando com o universo para destruição. O terceiro membro da trindade é Brahma que, apesar de ter a designação como o criador do universo, foi menos representado no Camboja onde, no caso, era identificado com quatro cabeças e cada uma apontando para uma direção cardinal. Indra, por sua vez, é o rei dos deuses e também o deus do céu e da chuva, trazendo prosperidade. Outros deuses que também aparecem nas inscrições são: Ganesha que é o filho de Shiva que tem cabeça de elefante; Kubera que é guardião do Norte; Surya que é o deus do sol; Varuna que é deus dos mares e rios e guardião do Oeste e Yama que é deus da morte e guardião do Sul.

Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Assim, os templos foram construídos para a devoção dos deuses com um material bastante resistente e durável e por isso resistiram ao passar do tempo, às guerras e à força da natureza e erosão. Apenas a elite religiosa e política do país tinha acesso aos recintos centrais. E a primeira compreensão que se deve ter em relação aos templos do Império Khmer é justamente essa: era o lugar de um deus e não para encontros e "fazer a social". Assim, um grande templo não era construído para apenas um deus, mas sim, abrangia vários santuários com uma divindade principal no centro.

Angkor Wat

Angkor Wat

Os santuários poderiam ser interligados ou cercados por galerias e uma característica comum era ter o santuário principal elevado por um terraço e mais ricamente decorado do que os demais. Os templos eram feitos de tijolos dos mais variados tamanhos, arenito, madeira e laterito (solo avermelhado com muito ferro e alumínio). Alguns blocos chegavam a pesar 4 toneladas e eram transportados por canais de uma canteira situada a 40 km a nordeste do templo. Acredita-se que a pedra utilizada (5 milhões de toneladas) é equivalente à empregada para a construção da pirâmide de Quéfren, em Giza, a qual necessitou de milhares de trabalhadores. Um engenheiro contemporâneo estimou que a construção de Angkor Wat nos dias atuais demandaria ao menos 300 anos, enquanto o templo real foi construído em menos de 40. Isso é ou não é muito incrível?

Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

** SOBRE ANGKOR **

Angkor Wat, que significa Capital Templo, foi construído pelo rei Suryavarman II no começo do século XII ao longo de 37 anos para ser o principal templo, centro político e religioso do império, faz parte do complexo de templos construídos na região de Angkor, a antiga capital do Império Khmer, durante seus tempos áureos de glória e conquistas, que duraram do século IX ao XV. Com 200km², há indícios de que chegou a abrigar cerca de meio milhão de habitantes (alguns historiadores acreditam que possa ter sido até 1 milhão) o que tornaria Angkor o maior assentamento pré-industrial da humanidade.

Angkor Wat

Angkor Wat

Era em Angkor Wat que ficava o palácio real, além de abrigar cerca de 20.000 pessoas. Representando o Monte Meru, morada dos deuses hindus, foi dedicado inicialmente ao deus Vishnu e apresenta três ambientes retangulares concêntricos de altura crescente, rodeados por um lago. No recinto interior, erguem-se torres em forma de loto, tendo a torre central a altura de 42 metros sobre o santuário, que já está elevado, ou 65 metros do nível do solo.

Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Curiosidade: o nome de Angkor Wat veio posteriormente à sua construção, pois originalmente recebeu o nome de Preah Pisnulok.

A instabilidade com os vizinhos já veio desde sempre, tanto que em 1177, Angkor foi saqueada pelos Cham, um povo que ficava no atual Vietnã e que era inimigo dos Khmer. Somente com o advento do rei Jayavarman VII que os invasores foram expulsos e as fronteiras do império foram ampliadas. A importância deste rei para a história do Império Khmer foi pelo fato de ele abandonar o hinduísmo e converter-se ao budismo, além de estabelecer a nova capital do Império Khmer no templo vizinho, o Angkor Thom, ou Bayon como é mais conhecido (aquele templo com as cabeças de Buda sorridente esculpido nas pedras).



Banteay Kaei

Essas oscilações entre hinduísmo e budismo seguiram-se com o avançar dos anos e dos reis que se sucederam. Vinha um e tornava todo o império novamente hindu e depois outro que mudava de novo para o budismo até que, entre os séculos XIV e XV chegaram os primeiros monges budistas Teravadas do Sri Lanka que transformaram os templos para esta nova religião, remodelando templos como Angkor Wat, que se adaptou ao culto budista.

Bayon

Bayon

Bayon

Bayon

E vem daí o grande motivo para que Angkor Wat tenha restado preservado em detrimento dos demais templos do complexo de Angkor, após a queda do Império Khmer quando houve a invasão de Ayutthaya em 1431, além dos ciclos de seca, epidemias, fome e outras catástrofes naturais, pois, apesar da decadência do império e abandono dos templos em 1432, levando a capital para Lovek e depois Phnom Penh, os monges budistas permaneceram em Angkor Wat até ele ser redescoberto pelos franceses, já na era colonial da Indochina Francesa. Estátuas de Buda que foram encontradas em Angkor Wat, datadas dos séuclos XVI e XVIII confirmam que este templo nunca foi abandonado, ao contrário dos outros. Inclusive, inscrições nos idiomas birmanês e japonês também permitiram concluir que o templo recebia visitantes para além das fronteiras cambojanas.


Além disso, em 1550, houve deslocamento de parte da corte novamente para Angkor com o rei Ang Chan, embora não tenha mudado a capital, que permaneceu em Lovek e o mesmo ocorreu depois em 1576 com o rei Satha, que implementou melhorias e restaurações em Angkor Wat, até que, com a conquista total realizada pelo Reino do Sião, representado pelos tailandeses de Ayutthaya, Angkor foi novamente abandonada, ficando apenas o templo de Angkor Wat habitado por monges budistas enquanto os demais templos do complexo eram tomados pela selva e erosão com o passar dos anos. De todo modo, o complexo de Angkor nunca foi esquecido pelo povo khmer.

A primeira visita documentada de um ocidental a Angkor Wat ocorreu em 1586 e foi pelo frei capunhinho português Antônio de Madalena. Após isso, espanhóis e portugueses seguiram visitando as ruínas, além de visitantes do próprio oriente, sendo o mapa mais antigo de Angkor Wat datado de 1623 e 1636, obra de um peregrino japonês chamado Kenryo Shimano.



Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Angkor Wat

Mas foi a apaixonada descrição realizada pelo naturalista e explorador francês Henri Mouhot, em expedição pelo Camboja financiada pela Royal Geographical Society e a Zoological Society of London, com desenhos elaborados nos seus cadernos de viagem em que exaltava a beleza e magnificência do templo, que foram publicados depois em Londres e Paris, em 1868, que finalmente o mundo despertou-se para o valor de Angkor Wat, lembrando que foi em 1863 que o Camboja tornou-se protetorado da França, mas Siem Reap estava nas mãos do Reino do Sião até que, em 1907, a atual Tailândia cedeu vários territórios ao Camboja, incluindo a zona de Angkor.

Banteay Kaei

Banteay Kaei

Banteay Kaei

Banteay Kaei

A partir de então, a responsabilidade para a conservação dos monumentos passou a ser responsabilidade da École Française d`Extrême-Orient que implementou diversos trabalhos de recuperação dos templos, apesar de concentrar os seus esforços em Angkor Wat, até que serem interrompidos na década de 1970 em razão da tomada do governo pelo Khmer Vermelho.

Passado mais esse período sombrio, cruel, ditatorial e devastador da história do Camboja, em 1993, um ano depois da declaração de Angkor como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, e por causa de uma conferência intergovernamental em Tóquio, um Comitê de Coordenação Internacional foi estabelecido para restaurar e preservar o patrimônio de Angkor. Paralelamente, o governo cambojano criou a APSARA (Autoridade para a gestão e proteção de Angkor e a região de Siem Reap) com o objetivo de obter o status permanente de Patrimônio da Humanidade por parte da UNESCO, o que efetivamente veio a atingir em 1995.

Os trabalhos de restauração são intensos com diversas equipes internacionais que seguem em campo e isso nós pudemos ver por lá em vários templos, onde havia placas indicando de onde vieram os aportes financeiros para bancar as obras de restauração, sendo muitos da Alemanha, Japão, França, dentre outros países. O método mais utilizado neste trabalho é o da reintegração, que consiste em um processo de reconstrução em que as peças originais são recolocadas ou, em alguns casos, novas peças são elaboradas para substituir as que estão em falta, desde que exista informação suficiente para fazer as peças de maneira fiel à original. Já outra técnica também aplicada é a de desmontar peça por peça do monumento para realizar a sua limpeza ou a sua consolidação e, posteriormente, restituí-lo ao seu estado original.

Ta Prohm

Ta Prohm

Ta Prohm

Ta Prohm

** SOBRE A ARQUITETURA DO TEMPLO DE ANGKOR WAT **

Angkor Wat apresenta a particularidade de ser um templo cuja finalidade última era servir de tumba para o rei.
Esta concepção dos templos khmer ocasiona que as suas zonas mais sagradas careçam de grandes entradas ou espaços cerimoniais, para que a atenção seja focada na percepção exterior do templo, materializando o templo-monte khmer do estilo mais refinado da arquitetura angkoriana, consistente num prasat (templo piramidal), central e rodeado por vários pátios concêntricos de altura descendente e quadrangular, pois o quadrado simbolizava a perfeição.




Tanto os terraços quanto as torres de Angkor Wat foram desenhados para serem percebidas harmoniosamente do exterior, de fora do templo, as suas alturas e modulação têm em conta os efeitos da perspectiva.



O complexo pode ser dividido em duas zonas diferenciadas: o grande recinto exterior delimitado pelo muro perimetral e a plataforma central sobre a aqual se elevam o conjunto de três recintos concêntricos e que formam o templo em si. Completam ainda o conjunto duas "bibliotecas" isentas em simetria com o eixo central, ficando tudo circunvalado por um novo muro e um lago, configuração esta que recria um microcosmos do universo Hindu.




Curiosidade 1: Por ser um templo funerário para o rei, dedicado ao deus Vishnu, Angkor Wat, ao contrário dos demais templos do complexo, está orientado para oeste e, justamente por isso, as histórias narradas nas inscritos em alto relevo nas paredes do templo devem ser lidas no sentido contrário aos ponteiros do relógio.



Curiosidade 2: Os Khmer desconheciam a técnica de confecção de arcos o que acabou sendo uma desvantagem na construção dos templos se compararmos como outros povos e, por isso mesmo, não puderam elaborar espaços interiores amplos o que fez com que investissem mais em espaços exteriores e galerias. Tanto as abóbadas quanto as cúpulas, com a forma de flor de lótus, foram construídas mediante o sistema de falsa abóbada, aproximando ligeira e escalonadamente as sucessivas fiadas dos muros, até conseguir um falso arco, mas com aduelas horizontais. Devido também à sua pequena dimensão, nestes corredores era comum esculpir as pedras com forma curva para conseguir o efeito de abóbada. No caso das cúpulas, muito verticais, é o próprio peso das mesmas o que consegue evitar o emprego de contrafortes, ao verticalizar a soma de tensões diretamente para o chão.




Para chegar no nível de cima, a dica é ir logo para a fila assim que entrar, enquanto o sol não estiver forte (se fizerem como nós fizemos, logo após assistir ao nascer do sol, a sugestão é aproveitar para conhecer logo Angkor Wat, sem uma multidão junto e deixar para tomar café da manhã depois... mas separe ao menos umas 2 a 3h para esta visita).





Lembre-se de que estará em um templo e deverá usar as vestimentas adequadas (não deixaram uma moça na nossa frente subir só com enxarpe... ela deveria estar com blusa cobrindo o colo e ombros).



Assim, após enfrentar a fila para subir, que no nosso caso levou uma meia hora, você vai se deparar com escadas fortemente inclinadas que, segundo a iconografia hindu, simbolizam a ascensão à montanha dos deuses e, então, verá a plataforma do recinto central belíssimo e próximo às torres, com vistas incríveis para tudo que está lá embaixo e esse momento vale contemplar as inscrições nas paredes, sentir a energia do lugar e aproveitar para descansar e tirar muitas fotos porque é lindo demais e rende registros belíssimos!




Entre as esculturas, destaca-se a abundância de figuras femininas, que podem ser deusas femininas hindus, de acordo com alguns historiadores, mas também há apsarás ou dançarinas celestiais. Não deixem de olhar cuidadosamente para os alto e baixo relevos, pois praticamente toda a superfície do templo está ornamentada ricamente em detalhes que na maioria das vezes nossos olhos são incapazes de absorver.





A verdade é que, a não ser que você seja um grande estudioso da religião hindu e budista, mais ainda da hindu, é que você conseguirá efetivamente compreender as passagens históricas, as lendas, as imagens e tudo mais que é descrito nas imagens. 



Do contrário, se você for como a gente, ficará mesmo é embasbacado com a grandiosidade do lugar, sua energia, suas torres tão lindas... tudo por lá realmente impressiona e uma visita apenas, como a que a maioria dos turistas faz, até mesmo porque há outros templos para conhecer e raramente alguém ficará um dia inteiro só lá em Angkor Wat, mas, a bem da verdade, uma única visita é incapaz de nos permitir absorver a sua magnitude e de entender um pouco mais das razões da sua construção, sua arquitetura e tudo quanto mais se poderia compreender.






** NOSSO ROTEIRO DE PASSEIOS **

Sobre os ingressos para os templos: todos devem ir ao Centro de Turismo, que fica bem no caminho para os templos, onde você deverá adquirir os bilhetes para visitar os templos e poderá verificar as opções que existem.


Basicamente, funciona assim: ou você paga 37usd por dia para fazer os passeios pelos templos do complexo de Angkor ou paga 62usd por pessoa para um passe de 3 dias. Ou seja, como a maioraid as pessoas  não fica apenas um dia, no final das contas vale mais a pena pegar o passe de 3 dias mesmo que você, como nós, só tiver 2 dias para passear por lá isso porque, se pagar por dia, no total estará pagando 74usd para 2 dias, mas se pagar o passe para 3 dias, você pagará 62usd. Logo, como vocês podem perceber, o sistema já é feito para você pagar o de 3 dias mesmo.



De todo modo, fica aqui a minha dica: dedique ao menos 2 dias para visitar os templos e você não vai se arrepender!



- PRIMEIRO DIA DE PASSEIO:

No nosso primeiro dia de passeio em Siem Reap, saímos já tarde do hotel (que era uma tentação grande ficar por lá curtindo as piscinas dele já que o calor que fazia era de derreter por completo) e fizemos apenas os seguintes templos:




Ta Prohm: super famoso por conta do filme Tomb Raider com Angelina Jolie. Se você também quer ver aquelas árvores gigantes cujas raízes abraçaram as ruínas, aqui é o lugar de contemplar a ação da natureza.





Construído em estilo Bayon, foi fundado como um mosteiro Budista Mahayana e universidade pelo rei Khmer Jayavarman VII, que reinou de 1181 a 1220. Construído, portanto, no final do século XII e início do século XIII. Infelizmente, foi abandonado após a derrocada do Império Khmer, no século XV, fundindo-se com a própria selva tropical que o cercava, e ainda hoje passa por diversos processos de restauração.  





Curiosidade: Em 2010, as autoridades implementaram uma lamentável abordagem mais agressiva para a restauração do templo, removendo todas as plantas e arbustos, além de algumas das árvores também, justamente estas árvores que são sua marca registrada, sua principal característica. Passarelas de madeira, plataformas e trilhos foram colocado em diversos lugares dentro do templo, os quais, muitas vezes, bloqueiam alguns dos melhores ângulos para fotografar o famoso cartão-postal.







Só sei que foi o primeiro templo que visitamos e que já nos surpreendeu de cara! Ficamos encantados com o o que vimos, mas, é fato que o número mais elevado de pessoas (provavelmente por causa da fama do templo por ter aparecido no filme de Tom Raider) e essas passarelas não ajudam muito na hora de tirar uma boa foto. Ainda assim, a gente realmente ficou impressionado com o poder da natureza, com essas raízes gigantes abraçando as ruínas e árvores tão altas que só mesmo a GoPro em pé para conseguir enquadrar. 








- Angkor Thom: acabou sendo mais conhecido como Bayon, que é o nome do seu principal templo. Foi o meu segundo templo preferido, depois de Angkor Wat, é claro, e também o segundo templo que visitamos em Siem Reap, dentro do complexo de templos de Angkor. E não é a toa que ele recebe milhões de turistas todos os anos, porque mais uma obra prima da arquitetura Khmer.




Angkor Thom - que significa Great City (Grande Cidade), uma verdadeira cidade-monumento - e, por conseguinte, o Bayon, ocupam uma área de 9km² e foram construídos durante o reinado do famoso rei Jayavarman VII, conhecido como o mais esplêndido reinado do Sudeste Asiático, do final do século XII até o início do século XIII, cerca de 100 após a construção de Ankgor Wat, este templo incorporou elementos da cosmologia Hindu e Budista (assim como Angkor Wat) adotando o estilo clássico angkoriano, tendo sido, originalmente, construído como um santuário budista Mahayana, dedicado ao Buda, simbolizando a interseção do céu com a terra.


Arqueologistas apontam que o Bayon foi construído, na verdade, em cima de algum monumento mais antigo. Localizado no coração de Angkor Thom, foi a última capital do império Khmer antes da sua queda com a invasão pelos tailandeses do Reino de Sião, em 1431.





Reparem que Angkor Thom, construído para ser uma cidade fortificada, assemelha-se a uma uma praça, cujos lados apontam exatamente para o norte, sul, leste e oeste. A galeria que circunda o templo Bayon, que adotou o modelo de templo-monte, possui 5 Torres-portões de acesso e o muro que cerca Angkor Thom, com 8 metros de altura e 12km de comprimento, servia para proteger a última capital dos inimigos.



Todos os portões são decorados com a cabeça de Bodhisattva Avalokiteshvara. Na essência, Angkor Thom abrigou desde monges, a oficiais militares, assim como aqueles que administravam o reino.




Estas 5 fabulosas Torres-portões de acesso estão dentre as mais fotografadas ruínas cambojanas! Cada uma com 23 metros de altura, feita de arenita, com 4 cabeças, cada uma apontando e olhando para cada um dos pontos cardinais.





Ostentando 54 torres, a torre principal fica no centro e é chamada de Gold Tower (torre de ouro), mostrando 4 faces que representam Bodhisattva Avalokiteshvara - Lokeshvara (ou Buda, para a gente), mas há quem acredite que, na verdade, pela similitude observada, essas 4 faces seriam um retrato do Rei Jayavarman VII, demonstrando sua onipresença na capital e reino. Uma brincadeira que alguns fazem é dizer que se trata da Monalisa do Sudeste Asiático por causa do sorriso discreto e sereno.




As faces também simbolizam os 4 tipos sorrisos: o encantador, o triste, o satisfeito e o bonito.


No total, são 11.000 figuras esculpidas na galeria externa do Bayon. O templo principal é cercado por duas galerias e cada uma abrange uma coleção extraordinária de cenas legendárias, da vida cotidiana e histórias do épico Khmer e suas vitórias em guerras. No terraço mais alto, encontramos 200 faces de Lokesvara.





Subir as escadas e descer é um desafio à parte! Mas vale a pena vencer a preguiça e deslumbra-se de perto com seus cantinhos, janelas, torres... tudo absolutamente deslumbrante! Isso sem contar que é muito fotogênico também. Não tem como visitar um lugar desses e não pensar na genialidade do povo que o construiu há tantos cerca de 900 anos!





Os monumentos e locais de interesse dentro de Angkor Thom são:
- Bayon
- Gabinete Real
- Terraço dos Elefantes
- Phimeanakas
- Baphuon
- Terraço do Rei Leproso
- Prah Palilay
- Tep Pranam
- Prasat Suor Prat


O trabalho de restauração, por seu turno, vem a cargo do Governo Japonês desde 1995.


Tempo de visita: assim como Angkor Wat, foi um lugar onde estivemos por 2 vezes. No total, creio que devemos ter passado algo em torno de 3 horas visitando o Bayon. Aí vai depender muito mesmo da sua disposição, curiosidade, interesse e também contemplação, pois realmente, poder ver as inúmeras torres com as imagens de Buda esculpidas nas pedras com um sorriso tão fofo que transmite uma paz maravilhosa é algo que merece um tempinho extra. 



O problema é que nas duas vezes o templo estava bem cheio por lá, com muitas excursões, e como as galerias do plano superior são mais estreitas, isso não me deixou curtir tanto quanto eu gostaria.




Phnom Bakheng:  seguindo a indicação do concierge do Park Hyatt e do próprio motorista do tuk tuk, fomos nele para assitir ao pôr do sol. 






Bem, ao menos nós tentamos porque, após 1h na fila para subir... sim, tinha fila! ... nós, infelizmente, cansados, suados, com muito calor e depois ficar em pé na fila por 1 h, desistimos! Fiquei arrasada de desistir, mas faz parte.

- Angkor Wat: após a tentativa frustrada de ver o pôr do sol em Phnom Bakheng, corremos para tentar vê-lo de Angkor Wat. Na verdade, também não conseguimos porque ele fecha as suas portas para entrada de novos visitantes às 17:30h e eu acho que nem daria muito para ver o pôr do sol lá de dentro. 






Seria mais para estar lá dentro e contemplar a mudança de cores do céu e tal. De todo modo, como estávamos lá e não queríamos perder o momento, ficamos sentados, mesmo do lado de fora, admirando seus reflexos no lago e o céu estonteante.



Ainda assim, na volta para o hotel, nosso motorista do tuk tuk parou num lugar lindo à beira do lago que circunda Angkor Wat e ainda tivemos mais uma oportunidade de ver o céu refletido na água... coisa mais linda de viver!





Nesta noite, estávamos bem casados e ficamos pelo hotel, onde aproveitamos para jantar no seu restaurante The Dinning, no Park Hyatt, já que no dia seguinte acordaríamos muito cedo para ver o nascer do sol em Angkor Wat. CLIQUE AQUI  e veja como foi a experiência no Park Hyatt.

- SEGUNDO DIA DE PASSEIO:

No nosso segundo dia de passeios, começamos bem cedo para “tirar o atraso" do dia anterior emque saímos tarde do hotel e tentamos visitar o máximo de templos que desse porque seria nosso último dia por lá. 

Saímos às 5h do hotel e fomos direto assistir a um belíssimo nascer do sol em Angkor Wat! 




- Dica: ficar do lado esquerdo, onde há um lago que forma um reflexo maravilhoso do sol nascendo com toda a silhueta do templo.



Fiquei impressionada ao constatar que a galera é realmente bem disposta e já havia uma multidão de pessoas madrugadeiras quando chegamos lá, esperando o astro Rei! Logo, não vá pensando que você vai pegar o lugar vazio, que conseguirá tirar altas fotos sem ninguém na frente etc e tal.





Tenha paciência! Essa é outra dica também. De modo geral, as pessoas se cansam de esperar, cansam do frio, de ficar em pé, sentem fome e muitos vão desistindo. Nesta hora que você, persistente, brasileiro que não desiste nunca, vai se chegando, aproximando-se do lago até conseguir o seu ângulo perfeito para foto, com o reflexo, no melhor estilo do cartão postal de Siem Reap! 

Se nós conseguimos, vocês também conseguirão!




Eu tinha ouvido alguns amigos alertando para o frio que fazia de manhã cedo e final da tarde. Como no dia anterior eu não morri de frio ao retornar do passeio já de noite, neste mesmo dia eu arrisquei e não levei casaco. Não digo que não senti frio no tuk tuk a caminho de Angkor Wat porque bate sim um vento friozinho, ainda mais por estar ainda de noite. 


Mas, ao menos no meu caso, no dia que fomos (março) era um frio suportável, principalmente porque eu sabia que o sol logo logo ia nascer, que faria um calor bizarro e eu não queria ficar segurando casaco durante o dia. Logo, eu assumi esse risco de passar um pouco de frio de manhã cedo. Confesso que fiquei muito tranquila lá esperando o sol nascer, viu? Com essa roupa que vocês estão vendo nas fotos, eu não passei frio!!! Mas, ok... eu sou um cadinho mais calorenta do que as pessoas "normais" rsrs...

Dica importante: agora é momento dicas mesmo kkkk... não se esqueçam de passar Filtro Solar! O Sol de lá queima de verdade. Não é por que você não estará na praia que não deva passar protetor solar, viu? Passe sim e com um bom fator de proteção porque o sol e o calor de lá queimam bonito.


Bem, após o sol nascer, nós visitamos o interior de Angkor Wat e exploramos ao máximo que conseguimos, sem morrer de fome (*porque ainda não tínhamos tomado café da manhã até essa hora kkk) e ficamos por lá cerca de 3 horas.



Não vou falar mais sobre Angkor Wat porque acho que já até cansei vocês de tanto que falei deste emblemático e mais importante templo lá em cima, certo? Mas que fique claro e registrado que esse é realmente o principal templo e é o que merece o seu maior cuidado, tempo, atenção e carinho na visita.



Tempo de Visita: o máximo que você puder destinar para ele! Nós ficamos cerca de 3 horas, mas acho que se não fosse o fato de estarmos sem café da manhã, teríamos ficado um cadinho mais.

Assim, partimos para uma maratona e, para terem uma ideia do que conseguimos visitar no segundo dia de passeios, segue a lista com os nomes dos templos:

Angkor Thom: ou Bayon, como é mais conhecido, onde estivemos por duas vezes porque voltamos nele com a esperança de encontrar o templo mais vazio... mas estava cheio de novo kkk. Ok, tudo bem... ele é tão lindo que merecia a nossa visita novamente, com mais calma dessa vez, observando melhor os rostos de Buda, as torres e tudo mais... caminhe lá dentro, observe as janelas lindas... aproveite essa oportunidade única!

↘Thommanom 






↘Chau Say Thevada 







↘Ta Keo 










↘Banteay Kaei 












↘Pre Rup 









↘East Mebon 







↘Ta Som 










↘Neak Pean 







↘Preah Khan 












Nossa, como vocês podem perceber, foi realmente um dia cheio, uma verdadeira maratona, viu? E a melhor parte é que nosso motorista era muito simpático e falava inglês bem razoável e bom, especialmente depois de termos passado 17 dias na Tailândia onde raramente a gente conseguia entender alguém falando inglês direito kkkk... Foi um alívio!

Na volta, ele nos pediu para pararmos numa loja de objetos finos, tapeçaria, enxarpes... tudo muito caro! Mas ele nos explicou que ele ganharia um voucher de alguns dólares e, muito constrangido, pediu esse favor a gente e que só preciávamos ficar lá dentro uns 5 minutos para fazer constar. Claro que fizemos. Depois ele nos mostrou o voucher todo feliz. Ai gente... morri de pena, sabe? Mas é a realidade deles. 



Nós tivemos todo o apoio logístico sensacional do Concierge do hotel Park Hyatt que providenciou tudo para a gente: o tuk tuk custou 16usd no primeiro dia de passeio que durou das 12:30 às 19h, e 30usd no segundo dia de passeio que foi das 5h às 16h... Achamos o valor justo e nem procuramos saber quanto que outros lugares cobram.

Nosso hotel forneceu água para o dia inteiro de passeio - nosso tuk tuk era tão chique que tinha até cooler com gelo o que foi formidável para deixar a água sempre gelada e também conservar alguns iens do café da manhã take away que levamos no segundo dia de passeio.

Mas se não for esse o seu caso, leve água! Muita água! O calor é muito intenso mesmo.

E leve uns dólares também se precisar comprar algo, como bebida, comida ou até souvenir porque sempre terá uma feirinha no seu caminho. Na saída dos principais e maiores templos sempre tem banheiro e são gratuitos (na verdade, meio que faz parte da infraestrutura oferecida já que você pagou pelo bilhete para visitar os templos).

Observação: Vocês verão muitos passeios com elefantes nesta região de Siem Reap. Vejam que os elefantes transportam várias vezes muitas pessoas em cima em cadeirinhas. Nós não apoiamos esse tipo de passeio e pedimos a vocês, nossos leitores, que também não façam esses passeios que causam maus tratos nos animais.



Ahhh.... uma última informação importante é sobre os macacos pelos caminhos. Vocês também verão muitos por lá, mas tenham cuidado. 1) porque são selvagens e gostam de furtar coisas, como comidas, se vocês derem mole. 2) cuidado para não serem arranhados nem mordidos por eles, lembrando que são selvagens, pois, se isso acontecer, corra para tomar a vacina contra a raiva, ok?

À noite, estávamos bem cansados, mas ainda aproveitamos a infraestrutura do hotel Park Hyatt, já que chegamos no hotel por volta das 16h, tomamos um delicioso high tea (chá da tarde), curtimos a piscina, arrumamos as malas porque sairíamos bem cedo no dia seguinte para pegarmos o voo para Kuala Lumpur, mas ainda reunimos as forças para dar uma volta pela rua.

Fomos ao Night Market, onde andamos bastante, vi vários produtos, barganhei preços, mas achei a qualidade de tudo bem duvidosa, bem pior do que na Tailândia, apesar de serem os preços mais em conta. Acabei só comprando mesmo meus ímãs porque sou viciada em ímã e não achei mais nada muito interessante por lá.






Depois, caminhamos para a Pub Street, a famosa rua (que na verdade descobri que são algumas ruas rsrs... ) onde tudo acontece em Siem Reap!



Muita gente andando para cima e para baixo, restaurantes, bares, boates, casas de massagem, street food com bebidas, escorpiões, aranhas e outros bichos estranhos, sem contar a maldita jack fruit, que me perseguia desde a Tailândia, versão da jaca deles, mas que fede horrores!

Sério, gente! Essa fruta não é de Deus, viu? Nem de Buda, pois vou te contar que só de lembrar do cheiro dela, agora neste momento escrevendo o post, eu já passo mal kkkk... cruz credo! Ainda bem que a maioria dos hotéis proibia as pessoas de entrarem com essa fruta maldita! kkkk...



O que mais atrai os turistas para a Pub Street são seus preços inacreditáveis! Sim, onde mais você vai comprar chope por 0.50 de dólar? Isso mesmo que escrevi... cinquenta centavos (por extenso para vocês entenderem que é barato mesmo!). Atenção, esse valor é só para o chope e só da Angkor! Não vale para cervejas engarrafadas ou enlatadas... porém, essas continuam muito baratas também.


Nós comemos um pouco no restaurante Cambodian Soup, ao lado do Temple. Estávamos ainda bem satisfeitos do chá da tarde do hotel, mas resolvemos experimentar algo local. Achamos gostoso (nada extraordinário, mas estava bom). Do lado dele tem uma boate também, a Temple Club, onde acabamos indo depois.




Na verdade, eu acabei fazendo uma esfoliação no pés no Temple Massage enquanto o Julio ficou no Temple Club me esperando. A esfoliação nos pés, após 34 dias de viagem, foi bem providencial porque meus pés já estavam daquele jeito grosso kkkk... Paguei 5 dóláres por 30 minutos de esfoliação e meus pés saíram de lá lisinhos, como de bebês.



Minha amiga Tati também recomendou o espaço Pura Vida, que fica ao lado do Temple Massage. Mas lá estava vazio quando cheguei (era bem tarde já, perto das 23h) e acabei ficando no vizinho, no Temple, porque também curti o espaço, tinha gente e esse fato de ter mais pessoas é sempre um fator que eu considero.

Encerramos nossa noite no Temple Club, no melhor estilo festa estranha com gente esquisita kkkk.... mas foi engraçado demais!


Ainda entramos em algumas farmácias, porque eu adoro visitar farmácias quando viajo e também alguns mercadinhos pelo caminho até chegar no hotel para ver o que tinha de interessante e diferente.

Assim foi a nossa experiência em Siem Reap! Infelizmente, não visitamos todos os templos que gostaríamos, não conhecemos direito a cidade mesmo de Siem Reap, mas tivemos uma excelente experiência e acho que teria sido melhor se tivéssemos ficado 3 dias inteiros para passear por lá e não apenas 2 dias. Em todo caso, acho que é um lugar que, pela proximidade com a Tailândia, pela quantidade boa de voos, boa conexão com outros destinos e por ser um lugar que você consegue explorar bem em 2 ou 3 dias, vale muito a pena colocar no seu roteiro, viu? Nós amamos demais!

* Alguns Gastos *

- Visto no Camboja: 31usd para turista com foto 3x4. Se não tiver a foto, mais 2usd.

- Incluídos na nossa hospedagem: transfer do aeroporto, 1 jantar, 1 chá da tarde, muitas garrafinhas de águas e café da manhã, inclusive o take away.

- 1° dia de passeio das 13h às 19h: 16usd o tuk tuk (hotel providenciou água para o dia inteiro e o tuk tuk tinha cooler e gelo)

- 2° dia de passeio das 5h às 16h: 31usd o tuk tuk

- Ingresso dos templos:

Você pode pagar 37usd por dia (se tiver apenas 1 dia) ou o passe de 3 dias por 62usd por pessoa o que valeu mais a pena para a gente.

- Massagem na rua: a partir de 1usd já é possível fazer massagem. Optei por fazer uma esfoliação nos pés por 5usd durante 30 minutos no Temple Massage na Pub Street.

- Laundry: não precisamos fazer, mas vimos por 1usd para 1kg de roupa

- Restaurante Cambodian Soup  (ao lado do Temple): 2 chopes Angkor de 350ml por 0.50usd cada (o mais famoso em Siem Reap é beber cerveja por 0.50usd na Pub Street. Porção de 6 rolinhos primavera com frango por 4.50usd.

- Temple (boate/balada): 1 litro de chope Angkor por 4usd e 350ml de chope por 1.25usd

- Livro com fotos e explicações de Angkor no Centro de Visitantes onde se compram os ingressos por 15usd. Diretamente nos templos, os livros começam a ser vendidos por 1usd.


** DICAS DE OUTRAS HOSPEDAGENS **

. Dica da Dani, do blog Na Mochila da Ninja: Golden Butterfly Villa – 6 minutos de caminhada até a Pub Street – nota 9.3 no Booking.com – dá direito a uma massagem de 30 minutos para 2 pessoas por estada.

. Dica da Flávia, do blog Viagens e Outras Histórias: The Aviary Hotel (6 minutos de caminhada até a Pub Street) nota 9.6 no Booking.com





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