sexta-feira, 24 de julho de 2015

Trier: a mais antiga cidade alemã!

Vocês já ouviram falar de Trier

Essa fofa cidade alemã, que fica bem perto da fronteira com Luxemburgo e França, no Vale do Mosela, tem nada mais nada menos do que mais de 2 mil anos de história!

Exatamente por isso, ela é considerada por muitos como a cidade mais antiga da Alemanha.


É claro que isso despertou o meu interesse e, em abril de 2013, quando eu fiz uma Eurotrip, passando por 6 países e 16 cidades, em 28 dias, eu inseri no meu roteiro o país de Luxemburgo, já que eu comecei a viagem pela Holanda, depois fui para a Bélgica e, para fechar o BENELUX, eu incluí Luxemburgo, que estava ali tão pertinho e foi irresistível. Mas para não ser uma viagem cansativa e como eu não tinha intenção de ficar muito tempo só em Luxemburgo, até porque havia lido que era perfeitamente possível explorar bem as principais atrações da capital do país, que também se chama Luxemburgo, em um dia, resolvi aproveitar o segundo dia de estada em Luxemburgo para fazer um day trip.




Pesquisa vai e vem, eis que verifiquei que Trier, na Alemanha, ficava a cerca de apenas 50 minutos de Luxemburgo de trem. Nem hesitei e fui conhecer Trier!



Compramos a passagem na própria estação de Luxemburgo, assim que chegamos na cidade, porque essa passagem de trem eu preferi não comprar com antecedência para ter uma margem de manobra e decidir na hora o que fazer. Afinal, se eu sentisse que realmente Luxemburgo merecia mais um dia, eu ficaria por lá mesmo e deixaria para conhecer Trier em outra oportunidade. 

Naquela época, em 2013, a passagem do trem Dbahn Regional Express (RE) custou cerca de 50 euros para 3 pessoas (eu estava com meus pais. 


A viagem de trem foi muito tranquila e linda, passado por paisagens cênicas inesquecíveis! Infelizmente, fazia muito frio (MUITO FRIO MESMO!), embora fosse primavera. Em 2013, o inverno custou a ir embora e avançou pela primavera. Além disso, o dia estava bastante nublado, mas, para nossa sorte, sem chuva. Aliás, nós mal pegamos chuva durante os 28 dias de viagem. Eu conto nos dedos talvez dois ou três e, principalmente, em Munique. Nas outras cidades, pelas quais passamos, foi tudo muito tranquilo. Portanto, indico o mês de abril para quem deseja viajar fora da temporada, mas friso que você pode dar sorte de ver a primavera ou não, como eu, que vi mais uma paisagem típica de inverno do que primavera propriamente dita.


Chegamos em Trier de trem e eu logo tratei de comprar um mapa e um livrinho da cidade para me situar e caminhar no sentido do Centro Histórico. 

Trier foi fundada no século I a.C., com o nome de Augusta Treverorum, supostamente pelo próprio imperador Augusto. Conhecida como a Roma do Norte, a cidade sediou o governo do Império Romano e foi capital da província de Bélgica Prima, nos séculos III e IV. Além disso, Foi residência predileta de vários imperadores romanos, inclusive, Constantino, O Grande, o primeiro imperador cristão. 

No século V, todavia, foi destruída por tribos germânicas. Por isso não é possível ver tantos resquícios dos tempos áureos romanos, mas Trier conta com alguns sítios arqueológicos bem interessantes e ruínas romanas espalhadas pela cidade.  É o lugar ao norte dos Alpes com o maior número de edifícios de origem romana e por isso também foi chamada de Segunda Roma.

Por estar localizada entre Luxemburgo, França e Alemanha, Trier também sofreu com guerras entre os dois  últimos países, tendo ficado sob domínio francês durante as guerras Napoleônicas. Ou seja, haja história pelas ruas de Trier, não é? Eu adoro! E ela também é famosa por seus vinhos e vinícolas (provavelmente uma influência francesa que a dominação deixou de legado) e também - talvez principalmente - por ter sido a cidade natal de Karl Marx e cidade natal de Santo Ambrósio.

Bem, feita essa introdução, vamos voltar para o nosso passeio!

Como foi um daytrip, partindo de Luxemburgo (fomos bem cedo e voltamos em um trem já noturno), nós pudemos aproveitar bastante da cidade.

Eu adoro daytrips quando não tenho muito tempo para explorar mais ou dormir. Mas, se você estiver com tempo de sobra, recomendo uma pernoite por lá porque a pracinha principal do Centro Histórico - Hauptmarkt - é tão animada que deve ser uma delícia ficar por ali à noite, curtindo os bares e tomando uma boa cerveja alemã!

Nós caminhamos logo para a Igreja Saint Paulin, que fica relativamente perto da estação de trem e antes do Centro Histórico. 



Eu queria conhecer essa Igreja, primeiro, porque é uma das mais importantes igrejas barrocas da Renânia, segundo, por causa do nome dela - Saint Paulin. Explico: meu marido tem esse sobrenome e isso me chamou a atenção rsrs... pode parecer bobeira, mas eu gostei da coincidência e se houvesse um Santo Pestana, eu iria gostar de conhecer a Igreja dele também =))



Agora, para além disso, ela é belíssima! Foi construída em um cemitério romano, no século IV, em um local onde já foram construídas outras duas igrejas, desde 386, mas que foram destruídas. Fica na na Rua Thebaeerstrasse. Eu não conheci, mas ali também fica o Museu Rheinisches Landesmuseum, um dos mais importantes museus alemães de arqueologia sobre o período romano (mais uma vez, se você estiver com tempo sobrando e tiver interesse, aproveite para ir lá!).



De lá, então, caminhamos para a grande atração de Trier: Porta Nigra!



Eu estava muito curiosa para conhecer a Porta Nigra, que é um verdadeiro testemunho da época romana e, portanto, o mais famoso monumento romano da cidade.



O horário de funcionamento dela para visita costuma ser das 9h às 18h (aconselho sempre verificar esses horários antes de viajar porque podem variar, principalmente a depender da época do ano, pois no verão, por exemplo, muitas atrações turísticas funcionam até mais tarde). A visita é paga e o ingresso é comprado em um complexo de edifícios históricos bem ao lado.




Eu subi sozinha para conhecer o seu interior e apreciar a belíssima visão panorâmica que se tem lá do alto! Para quem não tem preguiça nem dificuldade de deslocamento, vale a pena subir! A vista é linda! 





Mas para quem tem dificuldade ou limitações com escadas, não aconselho.

Sem sombras de dúvidas, a Porta Nigra é o melhor lugar para começar seu passeio em Trier. Ela era o Portal de entrada da cidade durante a Idade Média e sua construção data do século III. 



Aliás, é o único dos quartos portões romanos que ainda se mantém em pé e sua estrutura, que foi concebida como sendo de defesa da cidade, tanto por fora quanto por dentro, impressiona os visitantes, principalmente pelo tamanho: 36 metros de comprimento, 21,5 de largura e 30 metros de altura. 

Duas passagens levam a um pátio interno, com duas fileiras de galerias de defesa com grandes janelas. Há duas torres na lateral do portão. Toda a estrutura foi feita de grandes blocos de pedra e barras de ferro, sem argamassa! 

Foi transformada na Igreja de São Simeão no século XII e assim permaneceu até o século XIX. Ou seja, na minha opinião, é uma visita obrigatória em Trier!

Depois de visitar a Porta Nigra, nós fomos ao Centro de Informações Turísticas que fica bem ali pertinho mesmo, já no início do centrinho histórico. 

O Centro de Informações Turísticas é ótimo, com atendentes e mapas (gratuitos e outros mais completos, com guia, para comprar). Acabei comprando mais um kkk... 

Nessa rua também, logo após a Porta Nigra, a caminho da praça principal, a Hauptmarkt, há várias lojinhas, farmácias, lanchonetes. Eu achei os preços das farmácias em Trier bem melhores do que em outros lugares. Não sei se foi sorte ou se é pelo fato de ser uma cidade menor e não tão turística como Munique e Berlin. Por exemplo, eu comprei, em 2013, filtro solar com fator 60 da marca La Roche Posey com 300g por 18 euros. Achei excelente o preço.




No caminho para a praça, você também vai encontrar a Casa dos Três Magos/Three Magi, localizada na Simeonstrasse. Trata-se de um edifício incomum do lado esquerdo, que logo é percebido. Foi construído por volta do ano de 1230 e o que chama a atenção nele é que ele era uma espécie de torre-residência de uma época em que a Trier medieval ainda não estava completamente construída e protegida. Logo, cada casa precisava se auto-proteger. Bem curioso, né. Dentro há um café (mas eu não entrei).



Então chegamos na Hauptmarkt, a principal praça de mercado de Trier. Diga-se de passagem, uma das mais bonitas da Alemanha, com seus edifícios centenários e uma linda fonte. Uma pena que o dia estava muito muito nublado mesmo e as fotos não são capazes de transmitir a verdadeira beleza dessa praça.



Construída no século X, é uma das mais interessantes da Alemanha. Repare que no centro existe uma cruz, a Marktcreuz, que simbolizava o direito de sediar feiras. Na verdade, hoje há uma cópia da cruz original. 


Explorando a praça (e tem muita coisa para ver, reparar, principalmente o seu colorido nos prédios, o próprio mercado): 

- no sudoeste da praça, está a Pretrusbrunen, a fonte de São Pedro, de 1595, com esculturas de São Pedro e das Quatro Virtudes. 

- a Rotes Haus (casa vermelha), em estilo barroco, é lindíssima e foi construída 1683. Nela há uma inscrição que diz que Trier é 1.3 mil anos mais velha que Roma 



- observe também a Löwenapotheke, do século XIII, que supostamente é a farmácia mais antiga da Alemanha.

St. Gangolf Church, é a igreja que também fica na praça principal, na Gangolfstrasse (a entrada dela, salvo engano, fica em uma ruazinha de lateral que dá na praça).



Steipeera um edifício para cerimônias políticas, do século XV, que foi destruído em 1944 em função de bombardeios e reconstruído em 1970. Também está localizado na Praça Principal, mas não é permitida a entrada a visitantes.

Já viram que tem muito o que ver na Hauptmarkt, né? Ela merece pelo menos uma horinha!

Quando eu fui, além desses edifícios, havia um belíssimo carrossel fazendo a alegria das crianças e uma feirinha também, o que trouxe um ar mais especial à praça. 


Na sequência, nós caminhamos para conhecer outra importante atração turística de Trier: a casa onde nasceu Karl Marx, filósofo socialista, autor de O Capital. 



Sua casa natal, onde passou sua infância, fica relativamente perto da Hauptmarkt, a caminho da Ponte Romana, ou seja, seguindo o sentido para o rio. 




Ela é hoje um museu e um centro de estudos que exibe a história de sua vida, o desenvolvimento do socialismo, além de uma coleção de raras primeiras edições de seus trabalhos. Está localizada em uma área de pedestres, na Brueckenstrasse 10 e, na época, a visita custou 3 euros.



Eu achei muito interessante fazer essa visita, independentemente da sua filiação partidária ou filosófica. Eu, inclusive, estou mais para o lado capitalista e consumidora (não nego! rsrs.. embora eu venha freando meus ímpetos consumistas), mas observar as origens do socialismo, a ideologia na sua concepção norteadora a um bem comum e a própria história de vida do Karl Marx, isso tudo é bem bonito, sabe? Uma pena que, ao meu ver, colocado em prática por tantos governos, o socialismo foi deturpado e desvirtuado dos seus conceitos originários. Mas não vamos falar de política até porque aqui é um blog de turismo, né? rsrs.. respeito todos!

De lá, nós seguimos até a Ponte Romana/Roman Bridge, que atravessa o rio Mosel e é considerada a ponte mais antiga ao norte dos Alpes, de toda a Alemanha, datando de 144-152 a.C.. 



Ela é bem bonita, composta de grandes blocos de pedras unidos por ferro, similar à Porta Negra. E sabe o que mais me chocou? Ela ainda é utilizada para o tráfego de carros!!! Sim!!! Ou seja, enquanto edifícios  novos com toda uma tecnologia moderna simplesmente desabam (temos o exemplo no Rio de Janeiro do lamentável episódio do condomínio da Barra da Tijuca que deixou o engenheiro responsável pela obra Sergio Naya "famoso" quando os prédios começaram a cair), essa ponte que tem mais de MIL anos, está lá de pé e suportando o tráfego de carros, embora nem tenha sido construída para suportar esse peso. Muito legal, né?

Na sequência do nosso day trip em Trier (estão vendo como um day trip rende??), nós caminhamos próximo ao Rio Mosel e passamos por alguns sítios arqueológicos, como por exemplo, as ruínas de banhos/ termas romanas.



E depois passamos pelas ruínas das Termas Imperiais/Kaiserthermen. Nós não visitamos o seu interior, mas é possível fazer essa visita, inclusive, às suas extensas passagens subterrâneas. Construídas no início do século IV, durante o reinado de Constantino, eram o terceiro maior complexo de termas do mundo romano. As ruínas das paredes e fundações ainda exibem o desenho original. Nós vimos do alto e já deu para ter uma boa noção de como era. Fica na Rua Weimarer Allee 2 e, em 2013, a entrada custava 3 euros.






Continuamos caminhando (e nós caminhamos muito! Tadinhos dos meus pais que se metem de viajar comigo kkkk... mas eles aguentaram firmes e fortes! Orgulho grande deles!!), no sentido da Basílica de Constantino. Caminhar em Trier também é uma delícia porque tudo é tão bonitinho.




Passamos pelas ruínas do Anfiteatro Romano, datado do século II d.C. Ele fica perto das termas imperiais e foi cenário de lutas de gladiadores e competições de animais para entretenimento do povo. Lembram da política romana do Pão e Circo? Era bem isso! Aliás, guardadas as devidas proporções, essa política romanda é usada até os dias atuais, não acham? 

Com capacidade para até 20mil pessoas, toda a estrutura, constituída de uma arena elíptica e uma arquibancada, era cercada por uma muralha alta. Fica aberto para visita das 9:00 às 18:00, que é paga (custava 3 euros em 2013), na Rua Olewiger Strasse. 

Chegamos, finalmente, na Basilika/Konstantinbasilika/Basílica de Constantino, outro ponto alto desse nosso passeio!



A Basílica data do ano de 310 d.C e é uma construção de tijolos com forma alongada e retangular que era destinada a abrigar o trono do Imperador Romano - o Trono de Constantino, para quando ele fosse visitar Trier. Porém, depois dos saques germânicos, o edifício ficou quase completamente destruído. 




O rei Frederico Guilherme IV da Prússia, para nossa alegria, ordenou a sua reconstrução e, desde 1856, a Basílica de Constantino abriga a igreja protestante de São Salvador, reerguida após o bombardeio de 1944. Ela fica em Konstantinplatz, e funciona para visitação gratuita das 10:00 às 18:00. 



Curiosidades: a Basílica é a única Igreja Protestante em Trier e é Patrimônio Mundial da UNESCO. O edifício é a maior estrutura romana single-room (ou seja, uma única nave principal) preservada desde os tempos antigos. 

Depois, nós visitamos o Palácio Kurfürstliches - Electoral Palace, que, em 1615, começou a ser agregado à Basílica. É um edifício cor de rosa, em estilo rococó, que serviu de residência aos príncipes eleitores. São duas construções bem diferentes e unidas, o que faz um contraste interessante e também estranho.





Após, nós continuamos a nossa quase peregrinação maratonista rsrs... e fomos conhecer a Kornmarkt Square, a qual, depois da praça principal, é a mais bela de Trier. Localizada no meio da zona de pedestres, ao centro, ganha destaque a fonte de Saint George, em estilo barroco, de 1750 e, do outro lado, a Basílica de Constantino.



Ainda, nós fomos conhecer os interiores das Catedral de S. Pedro e Igreja de Nossa Senhora. Uma fica literalmente grudada na outra na Liebfrauenstrasse.




A atual catedral incorpora os restos de um antigo palácio de Constantino do século IV. Após a última visita de Constantino a Trier, em 328 d.C., foi construída a igreja em tamanho 4 vezes maior do que a remanescente hoje. Trata-se da mais antiga igreja da Alemanha (como quase tudo em Trier é "o mais antigo" na Alemanha, não poderia fugir à regra rsrs). 




A Cateral foi erguida em diversas etapas, no começo do século XI, fim do século XII, meados do século XIII e século XIV. Tem a forma de basílica com nave tripla. A imperatriz Helena, mãe do imperador Constantino, e mais tarde Santa Helena, era conhecida por suas peregrinações à Terra Santa e reza a lenda que ela trouxe de lá o Manto Sagrado, usado por Cristo durante a crucificação. Ele encontra-se em um santuário, dentro da Catedral, e pode ser contemplado pelos visitantes.



É uma igreja católica, aberta ao público e é possível fotografar o seu interior!

Contígua à Catedral fica a Liebfrauenkirche (Igreja de Nossa Senhora), construída entre 1235 e 1260, tendo sido um dos primeiros exemplos de arquitetura gótica alemã. O seu interior merece uma visita porque ambas, ela e a Catedral, são belíssima!






Por fim, retornarmos à Hauptmarkt para mais uma voltinha e para contemplar mais o vai e vem das pessoas. 




E como eu não sou de ferro, entramos em algumas lojinhas (porque eu não resisto, né?), tipo a H&M rsrs... não sei vocês, mas eu adoro fazer umas comprinhas na Europa, principalmente dermocosméticos em farmácias (aaaaaaaamo as farmácias da Europa!!!) e a Sephora, maquiagem e roupinhas em lojas como H&M, MNG, Zara, dentre outras locais que vou descobrindo, andando, vendo preços e acabo comprando algo rsrs.. 


Nós não conseguimos visitar a Abadia de São Mateus, qu é a única ao norte dos Alpes a ter o túmulo de um apóstolo. Ela fica na Matthiasstrasse 85, para quem quiser ir! 

E assim terminou o daytrip em Trier! Pegamos o trem e voltamos, já de noite, para Luxemburgo! Espero que vocês tenham gostado! 

Querem ver um pouco mais de Trier? Vamos passear por suas ruas, praças e igrejas!!!












4 comentários:

  1. Uma maratona mesmo, Lily! Bem ao seu estilo, rsrsrs
    Será q vou conseguir encaixar Trier nesse meu período na Europa.. Tomara!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Carlinha, obrigada! Espero que você consiga sim visitar Trier! É uma cidade linda e encantadora!
      Beijo grande,
      Lily

      Excluir
  2. Lily, caramba!
    Não acredito que você fez tudo isso em um dia. Que coragem!
    Vou ficar dois dias e uma noite nesse fds, e já estou achando pouco...rs.
    Queria visitar as vinícolas do Vale do Mosel também e o Castelo de Eltz, mas acho que vai ficar pra próxima também.
    Muito obrigada pelo post! =)
    Beijinhos,
    Marcella do Segredos de Viagem

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. hahaha... Oi Marcela! Ri alto aqui, principalmente porque fiz tudo isso puxando meus dois velhinhos (vulgos pai e mãe - que me mata se ler isso! kkk).

      Sim sim, fizemos isso em um dia, num bate e volta a partir de Luxemburgo =)

      Puxa, mas para visitar as vinícolas, com certeza precisa de mais tempo. Eu certamente ia amar!

      Fico muito feliz por ter gostado do post! Eu que agradeço por vir aqui ler as dicas. Depois me conte como foi, viu? Trier foi uma das cidades mais fofas que já visitei

      Beijos e aproveite bastante,
      Lily

      Excluir