quinta-feira, 3 de março de 2016

Em busca de aventura no Rio de Janeiro? Conheça o 360 Sports

Como viajamos somente no carnaval durante o mês de fevereiro de 2016, aproveitamos as demais semanas do mês para passearmos pelo Rio de Janeiro e explorarmos um pouco mais da cidade onde vivemos e que oferece um número sem fim de possibilidades de ecoturismo, aventuras, passeios, trilhas e atividades esportistas para todos os níveis de dificuldade e medo.

No domingo, dia 21/02/16, conheci finalmente o ótimo trabalho desenvolvido pelo pessoal do 360 Sports, cuja sede/Club House fica na Barra da Tijuca, na Praia dos Amores, que é uma prainha localizada no canal um pouco antes do Quebra-Mar.

Praia dos Amores

A 360 Sports é uma empresa inovadora que em como objetivo inspirar as pessoas a se auto desafiarem, a buscarem equilíbrio e qualidade de vida através de atividades de aventura e lazer, sempre com muita sintonia com a natureza. Não poderia ser mais perfeito para uma cidade como o Rio de Janeiro, não acham?

Pedra da Gávea ao fundo - Crédito: Bruno 360 Sports

Fui convidada, juntamente com os amigos Cris e Igor, do blog Cris pelo Mundo, a fazer a Travessia das Ilhas Tijucas de SUP. E lá fomos nós encarar esse super desafio em pleno domingo de manhã, com disposição!

O convite foi para tentar fazer a travessia no SUP - Stand Up Paddle, uma prancha maior do que a de surf, o que confere mais equilíbrio para ficar em pé. Eu já pratiquei SUP algumas vezes na vida, inclusive, recentemente, durante o carnaval, em Barra Grande da Bahia, pude praticar por 3 dias seguidos e até cheguei a pensar que eu estava bem kkk... ledo engano! Bem ruim, isso sim!



Eu confesso que fiquei um pouco apreensiva em fazer a travessia porque enfrentaríamos o bar aberto rumo às Ilhas Tijucas, em um percurso de quase 2 km, o que dá mais ou menos 1 hora para cada trajeto no SUP (isso varia um pouco de pessoa para pessoa, pois há aqueles experts que mandam muito bem - fiquei até com inveja daquele povo em pé, remando tão bonitinho - e há aqueles desengonçados, como eu, mas cheios de boa vontade em encarar o desafio, mas que vão em um tempo mais devagar rsrs).

Bem, que tal começarmos do começo, né?

Como já disse, a aventura aconteceu em um domingo, pela manhã, marcada para sair às 9:00. Chegamos lá às 8:30 e estacionamos o carro ali bem perto do Quebra-Mar, no Posto 2 da Barra da Tijuca, onde me pareceu bem adequado, porque são vagas-certas, controladas pela Prefeitura e, a essa hora, bem cedo, ainda tinha vaga.

Fomos para a Praia dos Amores, que fica no sentido esquerdo se você olhar para o Quebra-Mar (o Quebra-Mar é aquele píer de pedras que avança no mar para conter o seu avanço), seguindo para dentro do canal.

O pessoal do 360 Sports já estava lá, com praticamente tudo pronto: caiaques, pranchas e remos de SUP e as bikes aquáticas, preparadas para o passeio.

Na verdade, o Club House do 360 Sports fica do outro lado do canal se você olhar da Praia dos Amores e, para chegar lá, o caminho é diferente deste que expliquei (mas este que eu expliquei é mais fácil, ao menos para mim, que fui da Zona Sul e não conheço direito a Barra). Não se preocupe em deixar o carro onde eu indiquei porque, ao final do passeio, como todos vão para a sede do 360 Sports, eles depois te levam de volta para o outro lado do canal de jet ski.



Primeiramente, fomos apresentados ao Vinicius, que nos pediu para ler um Termo de Responsabilidade e preencher nossos dados de contato.

Depois, houve uma pequena explicação sobre a travessia e a distribuição dos equipamentos. Nós deixamos nossos pertences com todos juntinhos ao lado da mesinha que foi montada na praia dos Amores porque depois eles se encarregariam de levar tudo para a gente lá para o Club House.

Por falar em pertences, ele deixam claro que você só deve levar o que considera essencial porque eles não se responsabilizam por objetos que se percam durante a travessia nem pelos que são deixados no barco de apoio.

Eu levei apenas a minha GoPro (no meio da prancha de SUP tem um buraquinho onde encaxei) e fui de óculos porque a claridade me castiga.

Na volta, a GoPro da Cris, que estava presa na prancha por um clip da GoPro, quando ela foi resgatada, acabou voando! A sorte é que estava com boia e ela não perdeu porque a GoPro foi resgatada.

Portanto, se você quiser levar câmera aquática, seja qual for, coloque uma boia nela para flutuar e não afundar se cair na água, ok?


Aliás, a presença de um barco de apoio foi o que mais me animou a fazer o passeio porque, como eu não sabia se aguentaria remar tanto tempo no SUP, nem sabia se conseguiria ficar em pé, ciente da existência deste barco, fiquei mais tranquila para encarar o desafio e, se tivesse que pedir arrego, o barco estaria lá para socorrer. Isso eles deixam bem claro logo no início de que a pessoa, seja pelo motivo que for, se quiser desistir, ela será resgatada ou pelo barco de apoio e não precisará voltar remando, mas sim dentro do barco, ou resgatada pelo jet ski.

O que não ficou claro é se a pessoa desistir do passeio como um todo se ela poderá retornar para a Praia dos Amores. Acho que isso nunca deve ter acontecido com eles e por isso, mesmo os que cansam ou os que ficam com medo, vão para as Ilhas Tijucas, curtem lá o lugar e depois voltam dentro do barco. Porém, como eles são muito sérios, responsáveis e flexíveis, penso eu que se você tiver um problema que te impossibilite curtir lá nas Ilhas Tijucas e deseje de todas as formas retornar para a Praia dos Amores, eles darão um jeito de te levar, nem que seja no jet ski.

Praia dos Amores

Lembre-se de que, desistindo no meio da travessia, sendo resgatado, indo de barco.... em qualquer dessas situações o seu dinheiro não será devolvido porque, ao assinar o Termo de Responsabilidade, você tem que estar seguro das condições do passeio e dos seus riscos para se arrepender antes mesmo de começar (dizer que não há risco é mentira, né? Estamos lidando aqui com mar aberto, correntezas e ventos! Portanto, seja responsável e faça o passeio se estiver em boas condições de saúde, disposição e com vontade mesmo de encarar o desafio).

Então foi dada a largada! rsrsrs... eu fui com o grupo na frente, mas Cris e Igor ficaram para trás. O passeio não começou às 9h em ponto. Voltei para entender o que estava acontecendo e vi que a Cris tinha largado o SUP dela para ir em uma das bikes aquáticas que tinha sobrado. Por isso, a gente acabou se distanciando do grupo e ficamos para trás.

Cris, que foi na bike, disparou na frente rsrsrs... eu e Igor, que fomos no SUP, ficamos para trás e, no início da travessia, senti que estávamos meio sozinhos, porque a galera estava muito na frente e o barco de apoio também já estava super longe. Ficamos assim durante um tempinho, até aparecer um dos jet skis para perguntar se estávamos bem e passar orientações sobre a correnteza, pois tínhamos que embicar a prancha para a direita para conseguirmos chegar.

Havia umas ondinhas maiores do que eu imaginava e, embora eu tenha tentado ficar em pé algumas vezes, não consegui. Desencanei e segui remando sentada.

Na ida para as ilhas - Crédito: Bruno 360 Sports

Crédito: Bruno 360 Sports

A coisa chata da travessia era que justamente os jet skis que vinham verificar se estávamos bem acabavam "produzindo" mais ondas e isso desequilibrava um bocado. Não sei como compatibilizar isso, porque o jet ski é importante para acompanhar a travessia e eles ficavam o tempo todo indo e voltando e perguntando se estava tudo certinho, passando orientação. Ou seria o caso de eles andarem mais devagar (eu não faço ideia se é possível porque eu nunca andei de jet ski rsrs) ou seria o caso de eu praticar mais o SUP para ter mais equilíbrio kkkk ... ou os dois!

O Bruno, que está em um dos jets, é o fotógrafo do 360 Sports e fez ótimos registros com sua câmera Canon profissional. Tudo incluso na travessia.

O problema foi que depois de um tempo já, mais ou menos 2/3 da travessia já feitos, eu fiquei sem posição. Revezei entre ajoelhada e sentada, mas não teve jeito e comecei a sentir formigamento na perna, prenúncio de cãibra que logo me preocupou.

Engoli o orgulho (kkk) e pedi o resgate. Eu achei que o resgate viria com o barco para eu ir dentro e amarrar a prancha. Que nada!! O resgate foi com emoção! O Bruno - fotógrafo - veio no seu jet ski, pegou meu remo, soltou uma corda que tinha um triângulo na ponta para eu segurar e me equilibrar lá enquanto ele me puxava com o jet ski! kkkk... foi muito engraçado e ao mesmo tempo tenso porque eu precisava segurar o triângulo, me equilibrar na prancha e meio que jogar meu corpo (sentado) de um lado para o outro para direcionar a prancha do SUP e não a deixar virar.

Cris sendo resgatada

Cris no resgate

Acabou sendo outra aventura! Mas rapidinho cheguei nas Ilhas Tijucas e encontrei a Cris por lá.

Tanta peninha de não ter sol, porque com certeza teríamos aproveitado ainda mais com sol. Eu cheguei a ver uma tartaruga marinha colocando a cabeça para fora para respirar. Mas nem animei a pegar os snorkeis disponibilizados pelo 360 Sports porque a água estava com aspecto escuro por conta do tempo nublado.

Ficamos lá por cerca de 1 hora e aproveitamos esse tempo para praticar um pouco de SUP.

Até que eu conseguir ficar um cadinho em pé, viram? kkkk.. - crédito: Bruno 360 Sports

Ilhas Tijucas. Crédito: Bruno 360 Sports

As pessoas podem optar entre ficar no barco descansando, praticar SUP, subir nas ilhas para explorar (tem que ter cuidado com a pedra e ostras para não se cortar), tem os doidos que ficam pulando da pedra, tem que fique deitado no SUP relaxando, os que foram mergulhar com snorkel...

Esbanjando habilidade rsrs...

Ilhas Tijucas (a GoPro podia ter um filtrinho só para a gente fingir que estava mais claro rsrs)

Eles também empresam as nadadeiras de sereia para quem quiser tirar foto com elas. Eu, para ser sincera, até vi o momento em que o pessoal estava fotografando, mas não quis ir lá. Já vi reportagens recriminando o uso dessas nadadeiras indiscriminadamente porque elas deixam os pés presos e já houve casos de afogamento por isso. É claro que ali, nas Ilhas Tijucas, as meninas colocaram as nadadeiras apenas para posar para foto. Não as vi efetivamente nadando nem mergulhando. Aliás, quem costuma usar esse tipo de nadadeira são as atletas do nado sincronizado, que as usam no treinamento para forçarem-se a deixar os pés bem juntos. Enfim, apenas fica aqui o alerta de que, se você não for um exímio nadador ou um atleta, só use essas nadadeiras de sereia para brincar de tirar foto mesmo e faça sempre esse alerta porque tem gente que acha que é para mergulhar também e que não tem problema, ok?

As nadadeiras de Sereia - Crédito: Bruno 360 Sports

No barco de apoio há água e algumas frutas, como bananas, que são ótimas por serem ricas em potássio (muito bom para evitar cãibras).

Nós também passamos pela fenda entre as ilhas onde os doidinhos pulam. Ai gente, eu achei perigoso, mas cada um com seu cada um. Porque você precisa calcular o momento certo de pular que tem que ser quando a onda vem e enche um pouco a fenda entre as ilhas porque ali há muitas pedras e, se você pular no raso, pode se estabacar nas pedras. Portanto, aos doidinhos de plantão, divirtam-se com cuidado!


Conseguem me achar nesta foto??

Achei ruim o fato de haver outros barcos e lanchas por lá. O passeio já ficou muito conhecido e atrai muita gente aos finais de semana. Se você tiver condições de ir durante a semana, será bem melhor.

O tempo não estava bom para mergulhar e o mar com aparência de escuro, como já disse. Mas mesmo se tivesse muito sol e água cristalina, a presença de tantos barcos me deixaria com medo de fazer snorkel e ser atropelada. Sei lá, né? Acho que nunca aconteceu um acidente, mas eu fico angustiada mergulhando perto de tando barco e lancha se movimentando ao meu redor. 

Depois, eu fui testar as duas bikes aquáticas! Adorei!! Uma delícia pedalar lá nas ilhas Tijucas.



Achei  muito mais agradável do que o SUP. São duas bicicletas, uma vermelha e uma amarela. A amarela é mais confortável, por ser o banco mais baixo e inclinado, além de ser forrado, ela é a melhor na minha opinião.



A vermelha tem o banco mais alto, você fica mais alto em cima dela e isso pode ser estranho no início porque parece que você vai cair. Mas é só se manter firme, segurar o guidão e pedalar para valer!

Na volta da travessia, combinei com a Cris que eu voltaria pedalando e ela no SUP para revezarmos. Voltei na bike vermelha e foi MUUUUUUUITO mais tranquilo! Molezinha, para ser sincera!

De bike, dá para fazer a travessia tranquilamente em menos de 1 hora. Como eu ia e voltava para ficar perto da Cris e do Igor, eu demorei o mesmo tempo que eles. Mas pedalando rapidinho, o Thiago, um dos sócios do 360 Sports, já fez em menos de 30 minutos!!!

Crédito: Bruno 360 Sports


Aí sim, brinquei bastante... ia lá frente, voltava, tirava foto da Cris e Igor... kkkk... fiquei super à vontade!

Só foi meio tenso na hora de entrar no quebra mar porque ali é um local de forte ondulação e as ondas vêm dos dois lados. Eu achei que a bicicleta ia virar comigo em cima e fiz o contra-peso para buscar o equilíbrio.

Graças a Deus, nada aconteceu e eu segui até o Club House do 360 Sports, porque todos vão para lá, para devolverem os equipamentos.

360 Sports Club House

Chuveiro

Lanchonete

O legal é que no Club House tem um ótimo chuveiro para tirar o sal do corpo e eles também possuem uma lanchonete para quem chega da travessia morrendo de fome! Eles vendem açaí, sanduíches, dentre outros.

Ainda assistimos a uma demonstração do Fly Board! Muito legal! Impressionante como ele consegue ficar em pé. Mas definitivamente não é para mim! kkkk... eu cairia rapidinho.



Dica: levem toalhas e, se desejarem, roupas para trocar após a travessia, porque lá no Club House há banheiro também.

Outra coisa bem legal é o cuidado que eles tiveram durante toda a travessia com a questão do lixo. Sempre informação e pedindo para a gente jogar o lixo dentro do barco e isso eu achei ótimo! Vamos cuidar da natureza!

Eles nos levaram de volta para a Praia dos Amores no jet ski e assim encerrou-se a nossa grande aventura!

Dois dias depois, o Bruno já havia me enviado, pelo whatsapp, o link com todas as fotos da travessia para eu baixá-las no meu computador! Super eficiente e ótimas fotos que ele registrou. Só faltou mesmo o sol para deixá-las perfeitas!

Foto enviada pelo Bruno

Olha eu aí, gente! Na bike vermelha. Crédito: Bruno 360 Sports

E eu já quero voltar para fazer a travessia no caiaque e no Big Sup!!! Até a próxima, 360 Sports! =))


** FICA TÉCNICA **

- Nome da empresa: 360 Sports

- Passeio: Travessia Ilhas Tijucas

- Valores da Travessia:

. SUP próprio: R$90,00
. BIGSUP ou Caiaque com fundo transparente: R$120,00
. Barco: R$150,00
. SUP ou Jet Ski: R$200,00
. Bike Aquática: R$250,00

Crédito: Bruno 360 Sports

- Tempo de Passeio: duração média de 3 horas (1 hora para cada trecho da travessia e 1 hora para descansar nas Ilhas Tijucas)

- O que está incluído: 

. Água
. Frutas
. Barco e Jet Skis de Apoio
. Resgate, se necessário
. Nadadeira de Sereia para fotos
. Cotonetes / Macarrão, para boiar
. Snorkel, para mergulhar nas Ilhas Tijucas
. Fotos, tiradas por câmera profissional

- Reserva e Lista de Espera, somente com o pagamento de sinal de 30%

- Os equipamentos mais disputados são: Bike Aquática, Big Sup e Caiaque, pois são em menor quantidade. Se você quiser fazer a travessia em algum desses, sugiro fazer a reserva antecipada, porque as pranchas de SUP são em maior quantidade. Ainda assim, os grupos não são grandes e, a depender do dia, pode esgotar se você deixar para a última hora.



- Outras Atividades Disponíveis:

. Flyboard: modalidade criada na França, na qual uma prancha especial se conecta ao jet ski através de uma mangueira de alta pressão fazendo o aventureiro voar até uma altura de 10 metros. Custa R$300,00, dura 25 minutos e inclui fotos.
. Wakeboard: pessoa fica sobre uma prancha que é puxada por um jet ski ou lancha em alta velocidade, propocionando manobras radicais. Custa R$150,00 e dura 30 minutos.
. SUP: de origem havaiana, consiste em equilibrar-se sobre uma prancha e movimentar-se com o auxílio de um remo. Custa R$60,00 sem aula por hora; R$80,00 com aula por hora e R$120,00 com aula e fotos por 1 hora.
. BIG SUP: uma super prancha que pode levar até 10 pessoas. Custa R$75,00 por pessoa (mínimo 4 pessoas) para 1 hora de brincadeira.
. Bicicleta Aquática: para pedalar na água. Custa R$100,00 para 1 hora de passeio.
. Beach Tour: começa na Zona Sul e te leva para os principais points da orla carioca e termina com atividades aquáticas na 360 Sports Club House. Custa R$250,00 com duração das 8h às 17h (mínimo 4 pessoas)
. Water Ball: são 8 minutos dentro de uma bola transparente que vai testar seu equilíbrio na água. Custa R$60,00 e dura 8 minutos.

- 360 Sports Club House também está aberta para eventos, festas, confraternizações etc

- Contatos:

. Telefones: +55 21 96904-2600 / +55 21 3591-1077
. Facebook: 360sportsoficial
. Instagram: @360sportsoficial
. Site: http://360sports.com.br/
. E-mail: contato@360sports.com.br

- Endereço: Rua Presciliano da Silva, 680 - Barra da Tijuca, RJ  MUDOU DE ENDEREÇO!! AGORA É NO RIO BEACH CLUB, onde antigamente funcionava a Ilha das Pescadores, na Ilha da Coroa, na Barra da Tijuca




4 comentários:

  1. Respostas
    1. Oi Leo! Vamos lá? A gente combina de ir juntos!! Eu amei a bike, mas estou super curiosa para fazer o Big Sup!!
      bjos,
      Lily

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  2. Eu fiz esse passeio com a 360 e amei! Valeu muito a pena! Muito lindo!!

    https://cartaopostal.wordpress.com/

    https://cartaopostal.wordpress.com/

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    1. Ei, Camila! Tudo certinho?
      Que legal saber que você foi também.
      Eu me diverti bastante e achei um super desafio! Já quero voltar, viu?
      Beijinhos e obrigada pelo comentário aqui!
      Lily

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