quinta-feira, 13 de julho de 2017

Barbados: Roteiro, Dicas e Passeios, por Bia Medina

Por Bia Medina

Oi, gente! Aqui é a Bia do instagram @4amigaseuminstaviajante! Estou aqui para falar um pouquinho sobre a minha experiência bem recente em Barbados, mas achar uma dica que a Lily ainda não deixou por aqui é uma missão quase impossível! rsrs... (CLIQUE AQUI e confira o Guia de Barbados da Lily)



Para nossos posts "não brigarem", decidi simplificar e falar de uma forma mais global sobre meus dias pela ilha, sob o meu ponto de vista - porque a maioria das dicas estão no roteiro completo que ela fez!

Eu sinto falta de dicas e sugestões distribuídas no dia a dia, então resolvi dividir assim, do primeiro ao último dia de passeios.

1) Para o primeiro dia, já havíamos deixado um carro reservado e com a retirada agendada  no aeroporto.


O carro foi alugado para 2 dias de uso com a empresa Rental Cars e foi tudo ótimo. Eles foram tão gentis que buscaram o carro no nosso hotel depois para não precisarmos levá-lo de volta lá no aeroporto! 

Além disso, tinha um esquema bem interessante de o carro vir com 1/4 do tanque e não precisava devolvê-lo cheio (sempre acho um sufoco ter que procurar posto de gasolina na hora de entregar o carro). 


A mão é inglesa, então para quem não se sente seguro com isso, alugar um carro talvez não seja uma boa ideia. Eu dirigi e achei uma experiência bem diferente, que não chegou a ser tão difícil. 

Acho que alugar um carro acaba sendo a melhor opção de locomoção, além de táxis, claro (que também usamos bastante)! 


O voo chegou por volta das 18:30h (vindo de Bogotá) e, após deixarmos as malas no hotel Rostrevor, fomos direto jantar na região de St. Lawrence Gap, onde ficava o nosso primeiro hotel. 


Sobre St. Lawrence Gap: Essa região é bem animada e é lá onde estão as baladinhas e bares mais turísticos.


2) No segundo dia, pegamos o carro e seguimos em direção ao Animal Flower Cave, que fica ao norte da ilha

O lugar é imperdível! 

Uma caverna subterrânea com alguns poços de água azul cristalina (e o melhor é que eles são liberados para banho). Como ela fica a mais ou menos 50km da região turística do Gap, é pouquíssimo explorada por visitantes, mas valeu cada quilômetro! 





Preço: 10 dólares americanos.

Já no caminho de retorno, voltamos dirigindo pela costa e fomos parando nas praias que mais nos chamaram a atenção. Baixamos, ainda no Brasil, o modo off-line do Google maps e já deixamos marcadas as praias que a Lily havia nos recomendado (como a Carlisle Bay, Pebbles e Worthing). 





Todas as 3 são muito lindas e têm que entrar na lista de quem for! 


Nossa favorita foi a Carlisle Bay, pois é aquela cor beeeeem turquesa que esperávamos ver e com boa infraestrutura de cadeiras, guarda-sol e bares. Estacionar em todas as praias foi bem fácil e o melhor: de graça! Oba! 


À noite, jantamos no restaurante Primus, também na região do Gap e simplesmente AMAMOS! A comida era maravilhosa, o ambiente lindo e a vista para a baía hipnotizante (comi uma massa com lagosta e camarão). 



O preço não é dos melhores mas valeu cada centavo (a conta ficou em torno de 180 dólares americanos, incluindo o vinho e a sobremesa, para o casal). 


3) No terceiro dia, já sem carro (pois sabíamos que íamos beber), pegamos um táxi e fomos até a destilaria Mont Gay Rum. O tour que escolhemos, todo em inglês, durou 1 hora e servia várias degustações (incluindo o delicioso Rum Punch, o drink típico de Barbados). 



A história da destilaria é super legal (o rum foi criado em Barbados, no século XVII) e a guia era tão divertida que nem vimos o tempo passar! Passeio imperdível!


Saindo de lá seguimos para Bridgetown. A cidade barbadiana é a capital do país (também é o centro financeiro) e é cheia de lojinhas, pontes, construções antigas e restaurantes (quase uma mini Londres rs). 


Vale muito a pena dar uma olhada na Cave Shepherd: duty free imenso com vários andares e todas as melhores marcas. 



Saímos de lá e fomos direto ao Boardwalk, um deck à beira mar com algumas opções para comer (tornou-se um dos meus lugares favoritos). 




Escolhemos almoçar no restaurante Tapas e o que era para ser um almoço rápido transformou-se em horas de papo, vinho e suspiros pela vista linda! O restaurante era delicioso e com preço padrão Barbados (pedi risoto de frutos do mar e saiu por mais ou menos 150 dólares americanos, o casal, sempre com vinho e sobremesa).



De lá caminhamos até a Worthing Beach para um mergulho e finalizamos o dia com um drink no bar da piscina do nosso hotel.



À noite, fomos conhecer o famoso Oinstins: mercado de peixes que possui muitos restaurantes, reggae ao vivo e lojinhas de artesanato. 

Lá é o "point" barbadiano, principalmente às sextas! O prato típico é o flying fish (peixe local) com arroz, lentilha, batata, salada e macarrão. Tudo super bem temperado e carregado na pimenta! 


Mas era uma mistureba tão grande que acabei não conseguindo comer (fresca Hahaha), já o marido se esbaldou e amou! Acabei matando minha curiosidade e fui conhecer o "MC Donalds" de Barbados! Ahahahha. Na verdade fui ao Chefette, o restaurante fast food mais famoso de lá e tem um a cada esquina! Curiosidade: em Barbados não tem MC Donalds!!! 

4) No quarto dia, fizemos o tão esperado passeio de catamarã! IMPERDÍVEL! Isso aí! Com letra maiúscula! Rs.



Fizemos com a empresa "Cool Runings" e foi maravilhoso! Equipe animada e alto astral! Recomendadíssimo! O barco é novinho, clean e o mais importante: com muitos drinks liberados (nós nos acabamos no Rum Punch e na Piña colada) hahaha.


Custou 100 dólares americanos por pessoa e incluía almoço, bebida e petiscos. E muito, muito reggae, bem estilo caribenho!



Tem paradas para nadar com tartarugas (ownnnnnnnn) e com peixinhos em um naufrágio. O passeio te leva e te busca no hotel. De lá conseguimos ver os famosos amiguinhos flying fish "voando" sobre as águas. 


Na volta, finalizamos com um drink na Dover Beach (que fica a 5 minutos caminhando do hotel Rostrevor, onde estávamos hospedados nesta primeira etapa da viagem).

À noite, jantamos também na região do "The Gap", como eles chamam. 

5) No quinto dia, dividimos a manhã em 2 praias: Miami Beach (praia bem familiar e uma das favoritas dos barbadianos, pois tem espaços para piquenique, churrasco e banheiros com chuveiros) e Maxwell.



Nós amamos as duas! São bem clarinhas e  calmas! 



Na parte da tarde, mudamos de hotel e demos adeus aos dias frenéticos de passeios e andanças. Passamos 3 dias no The Crane Resort, só relaxando, como eu mereço...  hahaha. 




O resort fica na Praia mais famosa da ilha, a Crane beach, que já foi eleita a melhor Praia do Caribe (mas não espere tudo isso, pois, diferente das outras, ela tem ondas fortes) e é o resort mais antigo de todo território caribenho. 




Os restaurantes mais premiados de Barbados também ficam neste Resort e, claro, fiz questão de conhecer todos (porque se não for para voltar rolando para casa eu nem vou haha).


Demos uma fugidinha (de táxi) apenas para conhecer as praias que ficam do lado oceânico: a Bathsheba e a Foul Bay) e pronto: 3 dias comendo, bebendo, curtindo as piscinas e a Praia do hotel The Crane


Então, os dias 6, 7 e 8 foram no melhor estilo lazy days!


8) No dia de ir embora, fizemos o check-in no aeroporto com 2h30m de antecedência para conhecer o famoso Museu Concorde, que fica a 5 minutinhos caminhando do aeroporto




O imponente supersônico que, por motivos de alto custo, não opera mais, fazia a rota Londres-Barbados e foi doado à ilha, tornando-se um impressionante museu. 


Na visita guiada (tinha guia em português), você conhece a história do Concorde, que já transportou a Rainha Elizabeth e Elton John (inúmeras vezes) e "viaja" com os simuladores de imagem e som! O luxuoso avião é uma viagem no tempo e, na minha opinião, (junto com a Animals Cave e Mont Gay) é uma parada mais que obrigatória na ilha! Preço: 20 dólares americanos. 

Informações úteis sobre Barbados (ou inúteis, porém interessantes rs):

- O nome Barbados foi criado pelos portugueses (pois a ilha tinha muitas árvores que pareciam barbas). Eles chegaram até a ilha antes dos ingleses mas não se interessaram em colonizá-la. 



- O rum, que foi inventado na ilha, era produzido e levado para a Inglaterra em barris. Quando chegavam lá, após meses de viagem de navio, percebia-se que estavam bem mais gostosos do que quando saíam de Barbados! Por conta disso que o rum (e muitas outras bebidas) começaram a passar pelo processo de envelhecimento em tonéis de madeira.

- A ilha fica metade no mar do Caribe e metade voltada para o Atlântico. É a última ilha na extrema direita. 


- É a terra da Ryanna, e a rainha pop ajudou muito a popularizar o destino nos EUA (a ilha é muito mais popular na Europa e é muitoooo frequentada por ingleses - 90% dos turistas que vimos por lá).



- Foi a primeira viagem que fiz que não vi nenhum brasileiro (e da Lily também, porém, ela só esbarrou com um no aeroporto, já voltando para casa)

- A moeda usada é o dólar barbadiano (que vale exatamente a metade do dólar americano), mas o americano é aceito em todos os lugares.


- A língua oficial é o inglês (era colônia britânica até 1966, por isso a mão inglesa).

- Precisa de certificado internacional de vacina contra a febre amarela e não precisa de visto.

Então é isso! Espero que curtam esse meu relato e que tenham a oportunidade de conhecer esse lugar mágico, cheio de cultura e de pessoas sorridentes e simpáticas! 

No total, foram 7 noites e 8 dias, sendo 4 noites no Rostrevor Hotel e 3 noites no The Crane.




Um Caribe diferente, que vai muito além de suas praias azul turquesa!

Beijinhos, Bia.


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